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02 de janeiro de 2018, 14h46

Polícia da Alemanha quer investigar deputada por mensagem contra refugiados

Autoridades utilizaram como base a nova lei do país, que busca punir com mais rigor as declarações que inicitam ao ódio nas redes sociais.

Autoridades utilizaram como base a nova lei do país, que busca punir com mais rigor as declarações que incitam ao ódio nas redes sociais. Da Redação* Uma polêmica tomou conta da Alemanha nesta terça-feira (2), por causa da retirada das redes sociais, em função de uma nova lei, de uma mensagem contra refugiados de uma deputada do partido de ultradireita, o Alternativa para Alemanha (AfD). Um porta-voz da polícia de Colônia, que apresentou uma denúncia, afirmou que a deputada do AfD, Beatrix von Storch, é potencialmente culpada do delito de “incitação ao ódio”. Ajude a Fórum a fazer a cobertura...

Autoridades utilizaram como base a nova lei do país, que busca punir com mais rigor as declarações que incitam ao ódio nas redes sociais.

Da Redação*

Uma polêmica tomou conta da Alemanha nesta terça-feira (2), por causa da retirada das redes sociais, em função de uma nova lei, de uma mensagem contra refugiados de uma deputada do partido de ultradireita, o Alternativa para Alemanha (AfD). Um porta-voz da polícia de Colônia, que apresentou uma denúncia, afirmou que a deputada do AfD, Beatrix von Storch, é potencialmente culpada do delito de “incitação ao ódio”.

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Tanto o Twitter como o Facebook retiraram a mensagem em função da nova lei, em vigor a partir de 1º de janeiro na Alemanha, que busca punir com maior rigor as declarações que incitam ao ódio nas redes sociais. Em uma mensagem divulgada no Twitter e no Facebook, a deputa queixou-se de que a polícia de Colônia tenha postado mensagens de prudência durante as celebrações do Revéillon destinadas à população e escritos em alemão e em árabe.

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“Que diabos se passa neste país? Por que a polícia publica agora mensagens oficiais em árabe?”, lançou Beatrix von Storch. “Agora se dirige às hordas de homens bárbaros, muçulmanos e estupradores para tentar adulá-los?”, questionou. A deputada fazia alusão às agressões sexuais de que foram vítimas várias mulheres em Colônia, durante o Revéillon de 2016, por parte de jovens migrantes, em um caso que escandalizou o país.

A promotoria da cidade também indicou ter recebido centenas de denúncias de particulares contra a deputada. O vice-presidente da AfD, Alexander Gauland, criticou uma “legislação liberticida” e Beatrix von Storch denunciou “o fim do Estado de direito na Alemanha”.

*Com informações do G1

Foto: Reprodução

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