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12 de abril de 2019, 08h55

Polícia investiga participação de quarto adolescente em massacre na escola de Suzano

O jovem trocou mensagens por WhatsApp com outro menor, apontado como o "mentor" do crime e que está internado na Fundação Casa

Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (Reprodução)
Um quarto adolescente está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo como suspeito de ter incitado o massacre ocorrido em uma escola de Suzano, em São Paulo, que deixou 10 mortos. R.M.O, de 17 anos, também é aluno da escola Raul Brasil, palco da tragédia. As informações são de Felipe Resck, na edição do jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira (12). Por meio de mensagens no WhatsApp, o rapaz teria instigado o jovem que está internado na Fundação e é apontado como o “mentor intelectual” a executar a ação. A defesa dele nega. Em...

Um quarto adolescente está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo como suspeito de ter incitado o massacre ocorrido em uma escola de Suzano, em São Paulo, que deixou 10 mortos. R.M.O, de 17 anos, também é aluno da escola Raul Brasil, palco da tragédia. As informações são de Felipe Resck, na edição do jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira (12).

Por meio de mensagens no WhatsApp, o rapaz teria instigado o jovem que está internado na Fundação e é apontado como o “mentor intelectual” a executar a ação. A defesa dele nega.

Em uma das mensagens, R.M.O. teria externado a vontade de explodir a cantina da escola. Em outra, foi informado sobre detalhes do plano de ataque ao colégio.

Em depoimento, o adolescente alegou que mantinha conversas com o “mentor” para “se proteger”.

Essa apuração integra a terceira fase do inquérito criminal, que tem como alvo pessoas que, embora não tenham agido diretamente, possam ter incentivado, feito apologia ou comemorado o crime.

Na primeira etapa, a investigação focou em identificar se havia outros participantes, além de G. T. M., de 17 anos, e de Luiz Henrique de Castro, de 25, que morreram no massacre.

Já nesta semana, três homens tiveram a prisão temporária decretada, suspeitos de terem negociado a venda do revólver calibre 38 e munições junto a GTM.

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