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20 de março de 2018, 10h53

Polícia Militar mantém Mulheres de ocupação do MST sob cárcere em ônibus

As mulheres do MST participam de ocupação da Nestlé em São Lourenço-MG, para denunciar o processo de privatização das águas promovido pelo governo de Michel Temer

Após realizar uma manifestação na sede da Nestlé, em São Lourenço-MG, para denunciar o processo de privatização das águas promovido pelo governo golpista de Michel Temer, a polícia segurou os ônibus numa rua, cercando-os com uma viatura. #MulheresPelaÁgua Após revistar as mulheres que ocuparam a sede da Nestlé, em São Lourenço (MG), a PM segurou os ônibus numa rua, cercando-os com uma viatura, e apreenderam as chaves de nove veículos. https://t.co/eKXXnirx12 pic.twitter.com/t6RfTAy0Op — Brasil de Fato (@Brasil_de_Fato) 20 de março de 2018 Após revistar as mulheres que participaram da ocupação, os policiais apreenderam as chaves de nove veículos e mantém...

Após realizar uma manifestação na sede da Nestlé, em São Lourenço-MG, para denunciar o processo de privatização das águas promovido pelo governo golpista de Michel Temer, a polícia segurou os ônibus numa rua, cercando-os com uma viatura.

Após revistar as mulheres que participaram da ocupação, os policiais apreenderam as chaves de nove veículos e mantém mais de 400 mulheres presas nos ônibus.

Também estão impedindo fazer fotos e filmagens, ameaçando apreender os celulares.

Em janeiro de 2018 Michel Temer e o presidente da Nestlé, Paul Bulcke, se reuniram para discutir a exploração do Aquífero Guarani. A reserva abrange quatro países. Após as vitórias dos conservadores na Argentina e golpes de Estado no Paraguai e no Brasil, somente o Uruguai poderia colocar empecilhos à privatização. “Quanto mais o golpe se aprofunda, fica mais clara a influência de grandes grupos econômicos sobre a política e seu interesse em explorar as nossas riquezas naturais”, explica Oliveira.

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