20 de fevereiro de 2019, 16h27

Policiais se aposentarão mais cedo que professor e trabalhador rural

Segundo a proposta divulgada pelo Ministério da Economia, a idade mínima para os policiais e agentes, tanto homens quanto mulheres, é de 55 anos.

Os policiais civis, federais e os agentes penitenciários e socioeducativos vão se aposentar mais cedo do que professores e trabalhadores rurais, na reforma da Previdência apresentada nesta quarta-feira (20) pelo governo de Jair Bolsonaro. Segundo a proposta divulgada pelo Ministério da Economia, a idade mínima para os policiais e agentes, tanto homens quanto mulheres, é de 55 anos. Também será necessário um tempo de contribuição de pelo menos 30 anos (homens) e 25 anos (mulheres). Além disso, o segurado deve ter exercido o cargo por pelo menos 20 anos (homens) e 15 anos (mulheres) no caso de policiais civis e...

Os policiais civis, federais e os agentes penitenciários e socioeducativos vão se aposentar mais cedo do que professores e trabalhadores rurais, na reforma da Previdência apresentada nesta quarta-feira (20) pelo governo de Jair Bolsonaro.

Segundo a proposta divulgada pelo Ministério da Economia, a idade mínima para os policiais e agentes, tanto homens quanto mulheres, é de 55 anos. Também será necessário um tempo de contribuição de pelo menos 30 anos (homens) e 25 anos (mulheres).

Além disso, o segurado deve ter exercido o cargo por pelo menos 20 anos (homens) e 15 anos (mulheres) no caso de policiais civis e federais, e por pelo menos 20 anos para homens e mulheres no caso dos agentes penitenciários e socioeducativos.

Para professores e trabalhadores rurais, a proposta de Paulo Guedes determinou idade mínima de 60 anos. O tempo mínimo de contribuição será de 20 anos para a aposentadoria rural e de 30 anos para os professores (educação infantil, ensino fundamental e médio).

Bombeiros e policiais militares

Pela proposta, bombeiros e policiais militares passarão a ter o mesmo sistema de aposentadoria das Forças Armadas (cuja proposta de reforma da Previdência, segundo o governo, será enviada ao Congresso daqui a 30 dias por meio de projeto de lei específico).