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28 de março de 2017, 16h17

Policial que cometeu 82 feminicídios diz que agia para limpar cidade de “prostitutas” e “mulheres imorais”

Ele confessou todos os crimes e afirmou que foi guiado por suas “convicções” Por Redação Mikhail Pokov, de 53 anos, é considerado um dos serial killers mais temidos da Rússia. Ele foi responsável pela morte de 82 mulheres em 20 anos e acabou condenado à prisão perpétua. De acordo com o jornal Daily Mirror, ele alega que queria “limpar” sua cidade natal – Angarsk, na Síberia – de “prostitutas” e “mulheres imorais”. Os primeiros crimes foram cometidos em 1992, quando assassinou uma jovem de 17 anos e uma mulher de 38. “Em uma vida, eu era uma pessoa normal. Estava...

Ele confessou todos os crimes e afirmou que foi guiado por suas “convicções”

Por Redação

Mikhail Pokov, de 53 anos, é considerado um dos serial killers mais temidos da Rússia. Ele foi responsável pela morte de 82 mulheres em 20 anos e acabou condenado à prisão perpétua. De acordo com o jornal Daily Mirror, ele alega que queria “limpar” sua cidade natal – Angarsk, na Síberia – de “prostitutas” e “mulheres imorais”. Os primeiros crimes foram cometidos em 1992, quando assassinou uma jovem de 17 anos e uma mulher de 38.

“Em uma vida, eu era uma pessoa normal. Estava a serviço da polícia e tinha um feedback positivo da minha atuação. Tinha uma família. Minha mulher e minha filha me consideravam um bom marido e pai. Na minha outra vida, eu cometi crimes, os quais escondia cuidadosamente de todos. Ninguém sabia dos assassinatos e nem suspeitavam”, afirmou.

Mikhail foi preso em 2012 e confessou tudo. As vítimas eram sempre mulheres desacompanhadas, que estavam nas ruas e eram atacadas com machados, facas e até chaves de fenda. “Elas entravam no meu carro e achavam que iam se divertir”, contou. “Aquelas que tinham um comportamento ruim, eu tinha o desejo de punir (…) Admito minha total culpa ao cometer os crimes. Fui guiado pelas minhas convicções”, alegou.

Foto: Reprodução

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