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31 de janeiro de 2018, 09h00

Por conta de pergunta sobre aumento de patrimônio, Bolsonaro tentou censurar Datafolha

O deputado alega ainda que “os questionamentos apresentados se revelam tendenciosos, em benefício de uma determinada candidatura, cujo registro perante o TSE é natimorto”

O deputado alega ainda que “os questionamentos apresentados se revelam tendenciosos, em benefício de uma determinada candidatura, cujo registro perante o TSE é natimorto” Da Redação* O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tentou, em vão, impedir a divulgação da última pesquisa Datafolha, publicada nesta quarta-feira (31). A defesa do presidenciável protocolou o pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (30). Bolsonaro pede, ainda, que a pesquisa registrada no Tribunal seja impedida de circular em definitivo. No questionário que o Datafolha levou às ruas, há uma pergunta sobre as denúncias envolvendo o aumento do patrimônio da família do parlamentar desde o início...

O deputado alega ainda que “os questionamentos apresentados se revelam tendenciosos, em benefício de uma determinada candidatura, cujo registro perante o TSE é natimorto”

Da Redação*

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tentou, em vão, impedir a divulgação da última pesquisa Datafolha, publicada nesta quarta-feira (31). A defesa do presidenciável protocolou o pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (30). Bolsonaro pede, ainda, que a pesquisa registrada no Tribunal seja impedida de circular em definitivo.

No questionário que o Datafolha levou às ruas, há uma pergunta sobre as denúncias envolvendo o aumento do patrimônio da família do parlamentar desde o início de sua carreira política.

Os advogados de Bolsonaro afirmam que a pesquisa, além de pretender aferir a intenção de voto para as eleições presidenciais de 2018, contém questionamentos sobre a opinião dos potenciais eleitores, acerca de circunstâncias atuais da política nacional e dos seus protagonistas.

“Nesse ponto, os questionamentos apresentados se revelam tendenciosos, com nítido objetivo de manipular, não apenas o eleitor consultado, mas também aqueles que do seu conteúdo tiverem conhecimento, tudo isso em benefício de uma determinada candidatura, cujo registro perante o TSE é natimorto. De outro lado, ao candidato ora representante, a ‘pesquisa’ reserva tratamento difamatório, baseado em premissa reconhecidamente falsa”, diz a defesa de Bolsonaro.

Em razão do recesso do Judiciário, que só termina em dia 1º de fevereiro, a análise do pedido deverá ser feita pela Presidência da Corte.

*Com informações do Jornal do Brasil

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil 

 

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