14 de março de 2019, 19h37

Por unanimidade, Ignácio de Loyola Brandão é escolhido para a Academia Brasileira de Letras

Autor de “Zero” e “Não Verás País Nenhum”, escritor e jornalista assume a vaga que pertencia ao jurista e sociólogo Hélio Jaguaribe, que morreu em setembro de 2018

Foto: ignaciodeloyolabrandao.com.br
Ignácio de Loyola Brandão, escritor e jornalista, foi eleito nesta quinta-feira (14) para a cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele assume a vaga que pertencia ao jurista e sociólogo Hélio Jaguaribe, que morreu em setembro de 2018. Ele concorria com Eloi Angelos Ghio D’Aracosia, Placidino Guerrieri Brigagão, José Roberto Guedes de Oliveira, Remilson Soares Candeia, José Itamar Abreu Costa, Marilena Barreiros Salazar, Raquel Naveira, Felisbelo da Silva, Sérgio Caldeira de Araújo, Rodrigo Cabrera Gonzales e Lucas Menezes. Sua escolha foi unânime, recebendo os 31 votos possíveis. Loyola Brandão escreveu mais de 40 livros, entre romances, coletâneas de...

Ignácio de Loyola Brandão, escritor e jornalista, foi eleito nesta quinta-feira (14) para a cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele assume a vaga que pertencia ao jurista e sociólogo Hélio Jaguaribe, que morreu em setembro de 2018.

Ele concorria com Eloi Angelos Ghio D’Aracosia, Placidino Guerrieri Brigagão, José Roberto Guedes de Oliveira, Remilson Soares Candeia, José Itamar Abreu Costa, Marilena Barreiros Salazar, Raquel Naveira, Felisbelo da Silva, Sérgio Caldeira de Araújo, Rodrigo Cabrera Gonzales e Lucas Menezes. Sua escolha foi unânime, recebendo os 31 votos possíveis.

Loyola Brandão escreveu mais de 40 livros, entre romances, coletâneas de contos e de crônicas, relatos de viagens, infantis e infantojuvenis, além de texto para o teatro. Dois de seus principais livros são “Zero” e “Não Verás País Nenhum”.

Trajetória

Nascido em 1936, em Araraquara, interior de São Paulo, iniciou sua trajetória profissional como jornalista. Aos 21 anos, transferiu-se para São Paulo. Atuou no jornal “Última Hora” e nas revistas “Claudia”, “Realidade”, “Setenta”, “Planeta”, “Ciência e Vida”, “Lui” e “Vogue”. Hoje, escreve crônicas quinzenais no jornal “O Estado de S. Paulo”.

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