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03 de outubro de 2018, 18h36

Presidente do Clube Militar quer fusão de estados que “produzem pouco” e redução da licença-maternidade

Além disso, general da reserva Eduardo José Barbosa defende o fim da estabilidade para funcionários públicos e a revisão do direito de greve em alguns casos

Foto: Divulgação Com a proximidade das eleições, os militares decidiram, definitivamente, se posicionar na política nacional, especialmente aproveitando a primeira colocação nas pesquisas de Jair Bolsonaro (PSL). O Clube Militar divulgou um documento, com o título “Por um Brasil Melhor”. O objetivo é anunciar propostas para o Brasil. Em entrevista a Rodrigo Mattos, do UOL (veja a íntegra da entrevista), o presidente em exercício do clube, general da reserva Eduardo Jose Barbosa deu detalhes do teor do documento. Entre outras ideias, Barbosa defende a fusão de estados menores, que arrecadam pouco, e a redução do que chamou de “privilégios”, como...

Foto: Divulgação

Com a proximidade das eleições, os militares decidiram, definitivamente, se posicionar na política nacional, especialmente aproveitando a primeira colocação nas pesquisas de Jair Bolsonaro (PSL). O Clube Militar divulgou um documento, com o título “Por um Brasil Melhor”. O objetivo é anunciar propostas para o Brasil. Em entrevista a Rodrigo Mattos, do UOL (veja a íntegra da entrevista), o presidente em exercício do clube, general da reserva Eduardo Jose Barbosa deu detalhes do teor do documento.

Entre outras ideias, Barbosa defende a fusão de estados menores, que arrecadam pouco, e a redução do que chamou de “privilégios”, como a licença-maternidade de quatro meses.

Ao detalhar suas propostas, o general destaca que estados que têm menor arrecadação e gastam muito deveriam ser fundidos para reduzir despesas. E foi mais longe: apresentou como exemplo Alagoas e Sergipe para sugerir a fusão de ambos.

Além disso, defendeu que funcionários públicos não devem ter “privilégios” e apoiou o fim da estabilidade para a categoria. Ressaltou, ainda, que o direito de greve deve ser revisto em casos como profissionais de saúde, além de pregar a redução da licença-maternidade para um mês ou um mês e meio.

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