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18 de dezembro de 2018, 10h49

Preso ex-PM suspeito de assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes

Renatinho Problema é suspeito de integrar milícia. A polícia ainda não informou qual o papel dele no atentado

Marielle Franco. Foto: Facebook
O ex-policial militar Renato Nascimento Santos, conhecido como Renatinho Problema, foi preso na manhã desta terça-feira (18). Segundo a delegada Carla Tavares, ele tem dois mandados de prisão expedidos por homicídio, um deles por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Gomes e outro por porte ilegal de armas. Renatinho Problema foi pego por policiais da 82ª DP (Maricá), em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Ele é suspeito de integrar milícia. A polícia ainda não informou qual o papel dele no atentado. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar...

O ex-policial militar Renato Nascimento Santos, conhecido como Renatinho Problema, foi preso na manhã desta terça-feira (18). Segundo a delegada Carla Tavares, ele tem dois mandados de prisão expedidos por homicídio, um deles por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Gomes e outro por porte ilegal de armas.

Renatinho Problema foi pego por policiais da 82ª DP (Maricá), em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Ele é suspeito de integrar milícia. A polícia ainda não informou qual o papel dele no atentado.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Outro ex-PM que acompanhava Renatinho foi preso em flagrante por porte ilegal de arma.

A prisão de Renatinho é a primeira desde julho, quando um ex-PM e um ex-bombeiro foram pegos, apontados pela polícia como envolvidos no atentado.

A vereadora do PSOL Marielle Franco e o motorista dela, Anderson Gomes, foram mortos no Estácio, bairro na Região Central do Rio, no dia 14 de março.

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O caso é tratado como sigiloso pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. A Polícia Federal se ofereceu para assumir as investigações, mas o estado declinou.

Muito pouco se sabe sobre as investigações. Há uma delação que acusou o vereador Marcello Siciliano e o miliciano Orlando Curicica. Ambos negam.

Além disso, o secretário de Segurança, general Richard Nunes, afirmou que Marielle foi morta por supostamente ameaçar grilagem de terras da milícia.

Leia mais detalhes no G1

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