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04 de fevereiro de 2019, 10h14

Primeiro delator da Lava-Jato, Alberto Youssef volta a operar com dólares

Amigos, no entanto, garantem, mas sem botar a mão no fogo, que Youssef agora só opera no mercado formal de câmbio, informa Lauro Jardim

Foto: EBC
A coluna de Lauro Jardim, no Globo deste domingo (3), afirma que Alberto Youssef, pouco mais de dois anos após sair da cadeia, está de volta ao jogo. Ele voltou a operar com dólares. A coluna diz ainda que o doleiro-símbolo da Lava Jato agora ganha a vida com compra e venda de dólares. Seus amigos, no entanto, garantem, mas sem botar a mão no fogo, que Youssef agora só opera no mercado formal de câmbio. Alberto Youssef Preso nas primeiras fases da Lava Jato, Youssef era reincidente: ele havia cumprido pena dez anos antes no Caso Banestado, que apurou...

A coluna de Lauro Jardim, no Globo deste domingo (3), afirma que Alberto Youssef, pouco mais de dois anos após sair da cadeia, está de volta ao jogo. Ele voltou a operar com dólares.

A coluna diz ainda que o doleiro-símbolo da Lava Jato agora ganha a vida com compra e venda de dólares.

Seus amigos, no entanto, garantem, mas sem botar a mão no fogo, que Youssef agora só opera no mercado formal de câmbio.

Alberto Youssef

Preso nas primeiras fases da Lava Jato, Youssef era reincidente: ele havia cumprido pena dez anos antes no Caso Banestado, que apurou esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro via contas CC5. Foi solto após fechar o primeiro acordo de colaboração premiada da história brasileira com o Ministério Público Federal, em dezembro de 2003 – ainda quando não existia a Lei de Organizações Criminosas, que regulamentaria o benefício dez anos depois.

A colaboração premiada de Youssef, fechada em 24 de setembro de 2014, e a de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, no dia 27 de agosto, foram os primeiros acordos da Lava Jato, homologados pela Justiça com base na lei 12.850/2013.

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Além de desencadearem um efeito em cadeia entre os investigados da Lava Jato – em quatro anos de investigação são 164 acordos –, as colaborações premiadas, mantidas por Cortes superiores, serviram para impedir o encerramento da operação ainda em seu ano de origem.

 

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