22 de agosto de 2018, 23h02

Processado por Bolsonaro, Minc pergunta: “Alguém tão frágil emocionalmente pode ser presidente?”

Bolsonaro foi chamado de "racista", "machista" e "homofóbico" por Carlos Minc e o processou por danos morais, alegando que as críticas do ex-ministro o causaram ‘sofrimento interior’, ‘desequilíbrio emocional’ e ‘angústia’

Foto: Alerj

O ex-ministro do Meio Ambiente e deputado estadual Carlos Minc (PSB-RJ) demonstrou não ter dado muita importância para o processo por danos morais movido contra ele pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

O capitão da reserva moveu uma ação contra Minc após ser chamado pelo deputado de “machista, racista e homofóbico”. A defesa alega que as críticas do ex-ministro o causaram em Bolsonaro “sofrimento interior, desequilíbrio emocional, angústia e sentimento de injustiça” e, por isso, pede R$10 mil de indenização.

“Bolsonaro me processou por dano moral alegando passar por ‘sofrimento interior, desequilíbrio emocional, angústia, sentimento de injustiça’ porque eu o qualifiquei como “machista, racista e homofóbico”. Alguém tão frágil emocionalmente pode ser presidente?”, questionou Minc.

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