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18 de julho de 2018, 08h56

Propina de Paulo Preto, operador do PSDB, pode estar em conta secreta nas Bahamas

São cerca de R$ 113 milhões de propinas que delatores da Odebrecht atribuem ao PSDB

(Foto:Antonio Augusto/Agência Câmara)
Investigadores da Polícia Federal acreditam que os cerca de R$ 113 milhões de propinas que delatores da Odebrecht atribuem ao PSDB podem estar em uma conta secreta nas Bahamas. São aguardadas informações do sistema bancário do país caribenho para confirmar a suspeita. O montante teria sido movimentado por Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da empresa estatal Dersa na gestão do tucano José Serra e apontado como operador do PSDB. De acordo com as autoridades suíças, o suposto operador do PSDB abriu quatro contas no banco Bordier & Cie, em Genebra, logo após ser nomeado para a empresa estatal, em 2007, durante o...

Investigadores da Polícia Federal acreditam que os cerca de R$ 113 milhões de propinas que delatores da Odebrecht atribuem ao PSDB podem estar em uma conta secreta nas Bahamas. São aguardadas informações do sistema bancário do país caribenho para confirmar a suspeita. O montante teria sido movimentado por Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da empresa estatal Dersa na gestão do tucano José Serra e apontado como operador do PSDB.

De acordo com as autoridades suíças, o suposto operador do PSDB abriu quatro contas no banco Bordier & Cie, em Genebra, logo após ser nomeado para a empresa estatal, em 2007, durante o governo de Serra. Os investigadores suspeitam que os milhões eram propinas pagas pela Odebrecht para conseguir facilidades nas obras do estado de São Paulo.

A investigação da Polícia Federal indica que a última movimentação do dinheiro foi em destino ao banco Deltec Trust Limited, em Nassau, Bahamas. A pequena ilha é tida como um ‘paraíso fiscal’, utilizado por magnatas para esconder dinheiro de origens ilícitas, ocultar patrimônio e evitar o pagamento de impostos.

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Com informações do IG

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