03 de novembro de 2017, 10h06

Protesto contra privatizações de Doria ganha as ruas de Genebra

Representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo realizaram manifestação em frente à sede da ONU.

Representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo realizaram manifestação em frente à sede da ONU. Da Redação* O slogan da campanha “São Paulo não está à venda” ultrapassou fronteiras e foi parar em Genebra, na Suíça, devidamente traduzido para o idioma inglês (“São Paulo is not for sale”). A mensagem foi levada trabalhadores públicos brasileiros, ligados ao Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep-SP), presentes no ato em frente à sede da Organização das Nações Unidas (ONU). O ato, organizado pela Internacional dos Serviços Públicos (ISP), foi realizado em solidariedade aos estagiários da ONU, que trabalham com...

Representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo realizaram manifestação em frente à sede da ONU.

Da Redação*

O slogan da campanha “São Paulo não está à venda” ultrapassou fronteiras e foi parar em Genebra, na Suíça, devidamente traduzido para o idioma inglês (“São Paulo is not for sale”). A mensagem foi levada trabalhadores públicos brasileiros, ligados ao Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep-SP), presentes no ato em frente à sede da Organização das Nações Unidas (ONU).

O ato, organizado pela Internacional dos Serviços Públicos (ISP), foi realizado em solidariedade aos estagiários da ONU, que trabalham com contratos de forma precária, e foi parte das atividades dos mais de 1.100 sindicalistas participantes de mais de 100 países, presentes no 30º Congresso Mundial da ISP, que comemora 110 anos com o lema “O povo acima do lucro”.

Nas mesas e debates que terminam nesta sexta-feira (3), temas como a luta contra as desigualdades e por direitos humanos, economia justa e justiça fiscal, direitos sindicais e trabalhistas e a luta contra as privatizações estão sendo amplamente debatidas. A constatação é que os serviços públicos e seus trabalhadores e trabalhadoras estão sofrendo ataques no mundo inteiro em razão do recrudescimento das políticas neoliberais, crescimento do conservadorismo e domínio da política pelo mercado financeiro.

A ISP já apoia a campanha contra as privatizações de Doria, mas o Sindsep está propondo uma moção para aprovação no Congresso com apoio mundial.

*Com informações da Rede Brasil Atual

 Foto: Divulgação