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22 de março de 2019, 15h33

PSL afaga Maia após briga com Moro que pode custar a reforma da Previdência

Líder do partido de Bolsonaro na Câmara diz que o presidente da Casa é indispensável para a aprovação do projeto

Foto: Agência Brasil
O deputado Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido de Jair Bolsonaro na Câmara, resolveu tentar amenizar a crise entre Rodrigo Maia (DEM) e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que pode inviabilizar a aprovação da reforma da previdência do governo. Waldir defende a permanência de Maia como principal articulador para a aprovação do projeto. Segundo ele, sem a participação do presidente da Câmara a proposta terá “grandes dificuldades”. “O presidente Rodrigo Maia é o principal defensor da reforma da Previdência. Ele é uma pessoa indispensável”, declarou o deputado. “O governo, o presidente da República, como chefe de Poder, tem que tratar...

O deputado Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido de Jair Bolsonaro na Câmara, resolveu tentar amenizar a crise entre Rodrigo Maia (DEM) e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que pode inviabilizar a aprovação da reforma da previdência do governo.

Waldir defende a permanência de Maia como principal articulador para a aprovação do projeto. Segundo ele, sem a participação do presidente da Câmara a proposta terá “grandes dificuldades”.

“O presidente Rodrigo Maia é o principal defensor da reforma da Previdência. Ele é uma pessoa indispensável”, declarou o deputado.

“O governo, o presidente da República, como chefe de Poder, tem que tratar com o presidente Rodrigo Maia, que é o meu presidente. Então, ele tem que tratar dessa reforma com o presidente da Casa. É indispensável na condução desse processo o comando do presidente Rodrigo Maia. Se ele não estiver nesse projeto, a reforma da previdência terá grandes dificuldades”, acrescentou, em tom bajulador.

Sem votos

O líder do PSL defendeu, também, que o governo articule uma base aliada e afirmou que hoje não há votos necessários para aprovar a proposta de reforma.

“São 308 votos. Tem que ter uma margem de segurança de 320 votos. E não tem isso hoje para aprovar a reforma da Previdência”, declarou.

Waldir destacou que, com as diferenças entre as novas regras previdenciárias para servidores civis e os militares, há “cisões internas” dentro do PSL. “O único partido hoje que declarou apoio à reforma da previdência foi o PSL, mas hoje já com a reforma da Previdência já inclusive temos as cisões internas, disse.

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