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01 de março de 2019, 08h29

PSL pede à Promotoria investigação sobre contas de campanha do presidente da Alesp

O tucano Cauê Macris teria feito compensações de cheques suspeitas em posto de gasolina do qual é sócio

Foto: Alesp
O líder da bancada do PSL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Gil Diniz, pedirá ao Ministério Público de São Paulo que investigue as contas da campanha de Cauê Macris (PSDB) à reeleição para deputado estadual. Para o correligionário do presidente Jair Bolsonaro, há suspeita na compensação de cheques no valor de R$ 266 mil da campanha de Cauê por um posto de combustíveis do qual o tucano é sócio, em Limeira (SP). Seu pai, o deputado federal Vanderlei Macris, compensou outros R$ 615 mil. Toda a história foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo. Eles afirmam que o...

O líder da bancada do PSL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Gil Diniz, pedirá ao Ministério Público de São Paulo que investigue as contas da campanha de Cauê Macris (PSDB) à reeleição para deputado estadual.

Para o correligionário do presidente Jair Bolsonaro, há suspeita na compensação de cheques no valor de R$ 266 mil da campanha de Cauê por um posto de combustíveis do qual o tucano é sócio, em Limeira (SP).

Seu pai, o deputado federal Vanderlei Macris, compensou outros R$ 615 mil. Toda a história foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Eles afirmam que o posto servia apenas como intermediário de pagamento de cabos eleitorais que não têm conta e moram no interior.

​Nas contas de Cauê e do pai analisadas pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral), os cheques não são mencionados.

Gil Diniz já havia ido à Promotoria pedir apuração sobre doações de R$ 103,5 mil que nove funcionários comissionados da Assembleia, entre assessores e diretores, fizeram para Cauê.

Veja também:  Nas entrelinhas da carta bomba

Em ambos os casos, o tucano nega irregularidades e diz que agiu dentro da lei e que sua prestação de contas foi aprovada na Justiça Eleitoral.

O depoimento de Gil foi enviado ao procurador-geral de Justiça, Gianpaolo Smanio, a quem cabe decidir sobre o encaminhamento do caso.

Cauê é presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo e vai tentar a reeleição no próximo dia 15, início da nova legislatura na Casa.

Com informações da Folha

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