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21 de novembro de 2018, 23h13

Questão ideológica é muito mais grave que a corrupção, diz Bolsonaro

“Se nós errarmos, aquele pessoal volta e nunca mais sai. E quem vai ter que sair seremos nós. E vai faltar toco de bananeira para nós nadarmos até a África ou até os Estados Unidos”, disse o militar eleito

Foto: Câmara dos Deputados Jair Bolsonaro, em discurso nesta quarta-feira (21), durante encontro com parlamentares do PSL, em um hotel de Brasília, declarou que “a questão ideológica” é “muito mais grave” que a corrupção, de acordo com informações de Filipe Matoso, do G1. Ele reiterou o que disse várias vezes durante a campanha presidencial, que faria um governo “sem viés ideológico” de esquerda. “Se nós errarmos, aquele pessoal volta e nunca mais sai. E quem vai ter que sair seremos nós. E vai faltar toco de bananeira para nós nadarmos até a África ou até os Estados Unidos. Não queremos...

Foto: Câmara dos Deputados

Jair Bolsonaro, em discurso nesta quarta-feira (21), durante encontro com parlamentares do PSL, em um hotel de Brasília, declarou que “a questão ideológica” é “muito mais grave” que a corrupção, de acordo com informações de Filipe Matoso, do G1. Ele reiterou o que disse várias vezes durante a campanha presidencial, que faria um governo “sem viés ideológico” de esquerda.

“Se nós errarmos, aquele pessoal volta e nunca mais sai. E quem vai ter que sair seremos nós. E vai faltar toco de bananeira para nós nadarmos até a África ou até os Estados Unidos. Não queremos isso para o nosso Brasil. Muito, mas muito mais grave que a corrupção é a questão ideológica. Vocês sabem muito bem disso”, disse.

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Além disso, Bolsonaro também afirmou que, se ele “afundar”, o Brasil “afunda junto”. “O parlamento é muito importante, precisamos do parlamento e precisamos, acima de tudo, dar o exemplo. Estamos no mesmo barco. Se eu afundar, não é vocês não, é o Brasil todo que vai afundar junto. E não teremos retorno”, destacou.

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