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26 de Maio de 2010, 11h39

Rebelião em presídio colombiano deixa três mortos e quase 30 feridos

Motim começou após revista em algumas áreas da casa de detenção em busca por entorpecentes. De acordo com diretor do Instituto Nacional Penitenciário e Carcerário da Colômbia (Inpec), a situação já está sob controle

Motim começou após revista em algumas áreas da casa de detenção em busca por entorpecentes. De acordo com diretor do Instituto Nacional Penitenciário e Carcerário da Colômbia (Inpec), a situação já está sob controle

Por Redação

Três internos da prisão Modelo, de Bogotá, morreram na noite de ontem asfixiados pela fumaça de um incêndio produzido após um motim. De acordo com o diretor-geral do Instituto Nacional Penitenciário e Carcerário da Colômbia (Inpec), coronel Carlos Barragan Galindo, a rebelião começou após uma vistoria feia nas celas em busca de entorpecentes.

Internos iniciaram uma rebelião no fim da tarde de terça, quando, segundo Galindo, atacaram agentes penitenciários e incendiaram colchões. O fogo teria saído do controle e deixado, além de três presos mortos, 29 feridos.

Tanto os detentos quanto os guardas feridos já foram levados a hospitais de Bogotá. Galindo afirmou ainda que a situação “já está controlada”.

Na prisão Modelo estão presos paramilitares, traficantes e rebeldes ligados às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A casa de detenção já foi palco de outro motim, em 2001, quando 10 internos acabaram mortos. Na época o governo declarou estado de “emergência carcerária” durante 90 dias.

Com informações da agência AnsaLatina e outras agências.