15 de fevereiro de 2019, 21h45

Reinaldo Azevedo nega agressão à RedeTV! e a Boris Casoy

“Eu jamais faria isso em respeito aos telespectadores, a meus colegas e à empresa na qual fiquei por três anos”, escreveu o jornalista em seu blog

Foto: Reprodução/RedeTV! News
O jornalista Reinaldo Azevedo publicou em seu blog na RedeTV!, nesta sexta-feira (15), um texto no qual desmente veementemente que tenha ignorado o agradecimento de Boris Casoy, no momento de sua despedida da emissora, além de ter tocado suas partes íntimas ao se levantar da bancada. A notícia causou alvoroço nas redes sociais, nesta quinta (14). “É espantoso! Despedi-me ontem da RedeTV! e fiz um agradecimento aos meus colegas de estúdio, Amanda Klein e Boris Casoy; ao superintendente de jornalismo, Franz Vacek, à redação; à direção da empresa, à moçada da técnica. Não briguei com ninguém”, começou Azevedo. “Quando Boris...

O jornalista Reinaldo Azevedo publicou em seu blog na RedeTV!, nesta sexta-feira (15), um texto no qual desmente veementemente que tenha ignorado o agradecimento de Boris Casoy, no momento de sua despedida da emissora, além de ter tocado suas partes íntimas ao se levantar da bancada.

A notícia causou alvoroço nas redes sociais, nesta quinta (14). “É espantoso! Despedi-me ontem da RedeTV! e fiz um agradecimento aos meus colegas de estúdio, Amanda Klein e Boris Casoy; ao superintendente de jornalismo, Franz Vacek, à redação; à direção da empresa, à moçada da técnica. Não briguei com ninguém”, começou Azevedo.

“Quando Boris saudava a nossa convivência, caiu o meu retorno. Fiquei sem conexão com a redação. E demos a transmissão por encerrada. Mas permaneci no ar por mais alguns segundos. Enquanto Boris me dirigia algumas palavras gentis, generosas, fiquei sabendo minutos depois, eu estava me levantando, retirando o microfone. A produção me avisou e, imediatamente, enviei uma mensagem a ele”.

“Esgoto”

Segundo o jornalista, a “versão que saiu por aí, em páginas que não se distinguem de esgoto, é que eu teria sido hostil a Boris, ignorando as suas palavras. Um gesto para retirar o microfone, posto por dentro da camisa, foi interpretado como um gesto obsceno. É estupefaciente que eu me veja na contingência de desmentir algo assim”.

E acrescenta: “Ainda que Boris fosse meu inimigo — O QUE É MENTIRA ABSOLUTA! —, eu jamais faria isso em respeito aos telespectadores, a meus colegas e à empresa na qual fiquei por três anos. Essa gente pode não acreditar. Mas é possível ser digno mesmo em dias um tanto sombrios”.

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