21 de junho de 2018, 10h57

Repórter cercado por mulheres nega comparação com a russa: “Não fui coagido, não fui insultado”

“Eu não fui coagido, eu não fui insultado e não fui induzido a falar palavras que me insultavam num idioma que eu nem conheço”, disse o repórter. Veja o vídeo

O correspondente do SporTV em Las Vegas, Ben-Hur Correia, foi cercado de mulheres, beijado a abraçado durante uma transmissão ao vivo. Envergonhado, pediu para que elas deixassem terminar a sua participação no programa. A cena foi comparada por alguns com o assédio que brasileiros fizeram com uma moça russa, durante a Copa. O próprio repórter, no entanto, se adiantou em esclarecer em vídeo que foram situações completamente diferentes. “Eu não fui coagido, eu não fui insultado e não fui induzido a falar palavras que me insultavam num idioma que eu nem conheço. As situações são bem diferentes… Se fosse uma...

O correspondente do SporTV em Las Vegas, Ben-Hur Correia, foi cercado de mulheres, beijado a abraçado durante uma transmissão ao vivo. Envergonhado, pediu para que elas deixassem terminar a sua participação no programa. A cena foi comparada por alguns com o assédio que brasileiros fizeram com uma moça russa, durante a Copa. O próprio repórter, no entanto, se adiantou em esclarecer em vídeo que foram situações completamente diferentes.

“Eu não fui coagido, eu não fui insultado e não fui induzido a falar palavras que me insultavam num idioma que eu nem conheço. As situações são bem diferentes… Se fosse uma menina, na minha situação, rodeada por homens, ai sim, tudo era mais preocupante”. disse.

Bem-Hur foi mais além e disse: “Quando a gente fala do igualdade no feminismo, a gente tá falando de igualdade de oportunidades. As mulheres lutam pra ter o mesmo salário que os homens, as mesmas oportunidades. É desse tipo de igualdade que a gente está falando”, concluiu.

Veja o vídeo em que as mulheres cercam o repórter:

Machistas brasileiros podem responder por crime

Os brasileiros que aparecem nos vídeos machistas podem responder por crime ainda na Rússia, onde foram gravadas as imagens. A jurista russa Alyona Popova fez uma denúncia e escreveu petição contra os atos por violência e humilhação pública à honra e à dignidade de outra pessoa.

Três deles já foram identificados: advogado Diego Valença Jatobá e o tenente da Polícia Militar de Santa Catarina Eduardo Nunes, além do engenheiro Luciano Gil.