21 de novembro de 2018, 18h02

Repórter da Globo nega que tenha sofrido assédio ou abuso de colega

A jornalista Fabíola Faria Andrade chegou a publicar uma nota de esclarecimento, inocentando seu colega: "Pra mim não aconteceu assédio ou abuso. Ele estava manuseando o cabo de áudio que fica preso à minha roupa durante a transmissão, situação comum em dias de jogos", disse

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Foto: Reprodução Instagram

A jornalista Fabíola Faria Andrade, da Rede Globo, chegou a publicar uma nota de esclarecimento na qual, segundo ela, não sofreu assédio ou abuso e que o seu colega de profissão estava manuseando o cabo de áudio que fica preso à sua roupa. “Conversei com o meu colega que trabalha comigo há cinco anos. Ele me procurou várias vezes hoje. Pra mim não aconteceu assédio ou abuso. Ele estava manuseando o cabo de áudio que fica preso à minha roupa durante a transmissão, situação comum em dias de jogos”, explicou no Instagram.  

A repórter, que finalizou a nota agradecendo todo o apoio e solidariedade, apagou a postagem horas depois.

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“Agradeço todas as manifestações de apoio e solidariedade, seja de amigos, seguidores, telespectadores, clubes e movimentos que lutam pelo respeito e pela igualdade de gênero. O episódio serviu para mostrar, mais uma vez, que essa luta se fortalece cada vez mais”, completou a jornalista.

O Corinthians, dono do estádio onde ocorreu a partida, no último sábado (17), divulgou, através de suas redes sociais oficiais, uma nota de solidariedade pedindo respeito para a repórter.

“O Sport Club Corinthians Paulista se solidariza com a repórter Fabíola Faria Andrade, vítima de assédio por um colega de imprensa durante a confusão no jogo de sábado. O episódio lamentável é prova irrefutável da importância das várias iniciativas do clube. #RespeitaAsMinas”, publicado no twitter oficial do Club

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