14 de novembro de 2018, 09h13

Rodrigo Janot elogia pelo Twitter o livro “Fascismo – Um Alerta”, de Madeleine Albright

O livro inicia-se com uma citação do escritor Primo Levi: "Todas as épocas têm o seu fascismo"

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-Procurador-Geral da República de 2013 a 2017, Rodrigo Janot, está entusiasmado com o livro Fascismo – Um Alerta, da ex-Secretária de Estado dos EUA e professora universitária Madeleine Albright. Janot tuitou a capa do livro, que foi publicado pela primeira vez, em 2018, nos EUA. Logo em seguida, citou um trecho: Um facista é alguém que diz falar por uma nação ou um grupo, não se preocupa com os direitos dos outros e está sempre disposto a usar de violência ou qq outros meios necessários para atingir seus objetivos. M. Albright – livro excelente — Rodrigo Janot (@Rodrigo_Janot) 14 de novembro de...

O ex-Procurador-Geral da República de 2013 a 2017, Rodrigo Janot, está entusiasmado com o livro Fascismo – Um Alerta, da ex-Secretária de Estado dos EUA e professora universitária Madeleine Albright.

Janot tuitou a capa do livro, que foi publicado pela primeira vez, em 2018, nos EUA. Logo em seguida, citou um trecho:

“Um fascista é alguém que diz falar por uma nação ou um grupo, não se preocupa com os direitos dos outros e está sempre disposto a usar de violência ou quaisquer outros meios necessários para atingir seus objetivos. M. Albright – livro excelente”.

“Todas as épocas têm o seu fascismo”

O livro inicia-se com uma citação do escritor Primo Levi: “Todas as épocas têm o seu fascismo”, e é dedicado pela autora “Às vítimas do fascismo no passado como no presente e a todos os que combatem o fascismo nos outros e em si próprios”.

Madeleine Albright nasceu na Checoslováquia. Ela é filha de Josef Korbel, um diplomata judeu, que fugiu com a família do país depois da ocupação nazista em 1939, encaminhando-se para Londres, onde viveu com uma das avós. Durante grande parte da sua vida acreditou que a sua família fugira por motivos políticos, mas em 1997 conheceu a verdadeira razão: a sua família era judaica, tendo mesmo três de seus avós falecido em campos de concentração nazistas.

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