25 de janeiro de 2019, 06h45

“Se precisar fechar (a fábrica), fecha”, disse secretário de Emprego de Bolsonaro a executivo da GM

Resposta de Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do ministério da Economia foi dada ao vice-presidente de Relações Governamentais da GM no Brasil, Marcos Munhoz, que falou sobre o risco de fechar fábricas de São Caetano e São José dos Campos, em São Paulo.

Carlos Costa, ao lado de Paulo Guedes, e Marcos Munhoz, da GM
“Se precisar fechar (a fábrica), fecha”, essa foi a resposta de Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do ministério da Economia – comandado pelo “superministro” Paulo Guedes – ao vice-presidente de Relações Governamentais da GM no Brasil, Marcos Munhoz. Segundo reportagem de Raquel Landim, na edição desta sexta-feira (25) da Folha de S.Paulo, em encontro reservado, Munhoz relatou a Costa que a chefia da montadora nos Estados Unidos considerava as fábricas de São Caetano do Sul (Grande São Paulo) e de São José dos Campos (interior paulista) praticamente “inviáveis” por causa dos altos custos. Fórum terá...

“Se precisar fechar (a fábrica), fecha”, essa foi a resposta de Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do ministério da Economia – comandado pelo “superministro” Paulo Guedes – ao vice-presidente de Relações Governamentais da GM no Brasil, Marcos Munhoz.

Segundo reportagem de Raquel Landim, na edição desta sexta-feira (25) da Folha de S.Paulo, em encontro reservado, Munhoz relatou a Costa que a chefia da montadora nos Estados Unidos considerava as fábricas de São Caetano do Sul (Grande São Paulo) e de São José dos Campos (interior paulista) praticamente “inviáveis” por causa dos altos custos.

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A argumentação, contudo, não parecia sensibilizar o secretário, um dos principais auxiliares de Paulo Guedes. Munhoz, então, foi direto: “Corremos o risco de fechar [as fábricas]”. O secretário devolveu: “Se precisar fechar, fecha”.

Quatro dias após o encontro com representantes da GM, Costa disse em uma reunião com diferentes representantes do setor produtivo que havia três temas proibidos no governo: subsídios, proteção e mais gasto público.

Leia a reportagem completa na Folha.

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