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15 de abril de 2016, 12h43

Secretário da OEA chega ao Brasil para reforçar apoio à democracia

Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, anunciou pelo Twitter que viria ao país nesta sexta-feira (15) para dialogar com Dilma e “reiterar seu apoio à institucionalidade e respeito à Constituição” Por Redação Depois de alertar sobre o “caráter surreal do golpe” e definir a tentativa de impeachment de Dilma como “o mundo ao contrário”, já que os que a acusam são, em sua maioria, corruptos, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, anunciou sua vinda ao Brasil. “15 de abril estarei no Brasil para dialogar com Dilma e reiterar apoio à institucionalidade e respeito à...

Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, anunciou pelo Twitter que viria ao país nesta sexta-feira (15) para dialogar com Dilma e “reiterar seu apoio à institucionalidade e respeito à Constituição”

Por Redação

Depois de alertar sobre o “caráter surreal do golpe” e definir a tentativa de impeachment de Dilma como “o mundo ao contrário”, já que os que a acusam são, em sua maioria, corruptos, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, anunciou sua vinda ao Brasil.

“15 de abril estarei no Brasil para dialogar com Dilma e reiterar apoio à institucionalidade e respeito à Constituição”, escreveu, em seu perfil no Twitter.

O encontro entre Dilma e o secretário-geral está previsto para acontecer às 16h, em Brasília.

Nesta manhã, Almagro ainda fez mais duas postagens no Twitter, em inglês e espanhol, defendendo a presidenta Dilma. “Estou preocupado quanto à credibilidade de alguns dos que vão julgar e decidir sobre o impeachment de Dilma”, escreveu em um dos posts. No outro, falou da falta de acusações contra a presidenta. “Dilma está sendo julgada de forma diferente: ela não é acusada de nenhum crime”, postou.

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No Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP) criticou a vinda de Almagro ao país e classificou-a como um “gesto oportunista que nada contribui para amenizar a crise”.

Foto: Espectador

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