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13 de fevereiro de 2019, 12h18

Secretário de Desestatização, Salim Mattar diz que Vale é estatal e será “reprivatizada”

Segundo ele, os fundos de pensão "controlam a Vale", que foi privatizada em 1997, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso

Salim Mattar, secretário de Desestatizações e Desinvestimentos do Ministério da Economia (Divulgação)
Dono da Rede Localiza, maior empresa de locação de veículos da América Latina, secretário de Desestatizações e Desinvestimentos do Ministério da Economia, Salim Mattar, disse nesta quarta-feira (13) que “a Vale é uma estatal” e será “reprivatizada” pelo governo Jair Bolsonaro (PSL). “A Vale é uma estatal. Os fundos de pensão, patrocinados pelo Estado, detém o controle. Estamos aqui para reprivatizar a Vale. Precisamos permitir que a iniciativa privada gire o mundo dos negócios”, disse Mattar. A Vale do Rio Doce foi privatizada em 1997, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O secretário não explicou se os fundos de...

Dono da Rede Localiza, maior empresa de locação de veículos da América Latina, secretário de Desestatizações e Desinvestimentos do Ministério da Economia, Salim Mattar, disse nesta quarta-feira (13) que “a Vale é uma estatal” e será “reprivatizada” pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

“A Vale é uma estatal. Os fundos de pensão, patrocinados pelo Estado, detém o controle. Estamos aqui para reprivatizar a Vale. Precisamos permitir que a iniciativa privada gire o mundo dos negócios”, disse Mattar.

A Vale do Rio Doce foi privatizada em 1997, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O secretário não explicou se os fundos de pensão serão obrigados a se desfazer das ações na Vale, assim como o que será feito com a participação do BNDES na empresa.

Atualmente, os fundos de pensão Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Funcesp são donos de 21% das ações da companhia. O BNDESPar (braço de investimentos do BNDES) tem com 6,7% das ações. Enquanto o Bradespar detém 5,8% da empresa e a japonesa Mitsui, 5,6%. Investidores estrangeiros são donos de 47,7% do capital da Vale, e os brasileiros, 13,2%.

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