02 de janeiro de 2019, 16h07

Secretário de Donald Trump quer parceria de Bolsonaro contra “governos autoritários do mundo”

“Conversamos sobre Cuba, Venezuela e Nicarágua", disse Mike Pompeo, que participou de reunião com o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Presidente da República, Jair Bolsonaro durante audiência com Mike Pompeo, Secretário de Estado dos EUA. Foto: Agência Brasil
Em reunião com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e audiência com Jair Bolsonaro (PSL), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, disse nesta quarta-feira (2) que quer uma parceria com o governo na área de segurança “contra os governos autoritários do mundo”. Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência, Pompeo expressou que o governo de Donald Trump “acompanha com preocupação a grave crise em que se encontra a Venezuela e pediu ao presidente brasileiro que cooperasse ativamente com a resolução dessa questão”. Fórum terá um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar...

Em reunião com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e audiência com Jair Bolsonaro (PSL), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, disse nesta quarta-feira (2) que quer uma parceria com o governo na área de segurança “contra os governos autoritários do mundo”.

Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência, Pompeo expressou que o governo de Donald Trump “acompanha com preocupação a grave crise em que se encontra a Venezuela e pediu ao presidente brasileiro que cooperasse ativamente com a resolução dessa questão”.

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“Falamos do nosso profundo desejo da retomada da democracia para o povo venezuelano”, disse. “Conversamos sobre Cuba, Venezuela e Nicarágua. Esses são lugares em que as pessoas não têm a oportunidade de expressar suas visões. Esse é o tipo de coisa em que pretendemos trabalhar juntos”, complementou o estadunidense.

Araújo disse que os dois países vão trabalhar juntos “pelo bem e por uma ordem internacional diferente”.

“O Brasil está se realinhando consigo mesmo, com seus valores e com o povo brasileiro. Nos aproximaremos de grandes e pequenos países que comungam dos nossos ideais. O Brasil tem que se colocar como um país grande, e um país grande não precisa renunciar aos seus valores para criar oportunidades comerciais”, disse o ministro.

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