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01 de março de 2018, 12h20

Segue a escalada: UFMS também terá disciplina sobre o golpe de 2016

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul aderiu ao movimento de universidades públicas brasileiras, deflagrado na UnB, e também irá oferecer o curso

Antes da UFMS, várias universidades já acompanharam a UnB na oferta da disciplina sobre o golpe de 2016, que tirou Dilma Rousseff da presidência e conduziu Michel Temer – Foto: Fotos Públicas Mais uma instituição pública de ensino universitário entrou na lista das que vão oferecer a disciplina sobre o golpe de 2016. A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aderiu ao movimento, deflagrado na UnB, e também irá oferecer a matéria sobre o golpe e a crise da democracia no Brasil. A disciplina será oferecida pelo departamento de Filosofia da UFMS e o seu conteúdo entrará na...

Antes da UFMS, várias universidades já acompanharam a UnB na oferta da disciplina sobre o golpe de 2016, que tirou Dilma Rousseff da presidência e conduziu Michel Temer – Foto: Fotos Públicas

Mais uma instituição pública de ensino universitário entrou na lista das que vão oferecer a disciplina sobre o golpe de 2016. A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aderiu ao movimento, deflagrado na UnB, e também irá oferecer a matéria sobre o golpe e a crise da democracia no Brasil. A disciplina será oferecida pelo departamento de Filosofia da UFMS e o seu conteúdo entrará na grade como opcional e não apenas os acadêmicos do curso poderão assistir às aulas, mas, sim, qualquer pessoa interessada.

Para os interessados, o coordenador do curso da UFMS, Stefan Vasilev Krastanov, explicou que basta procurar a coordenação do curso de filosofia e candidatar-se a assistir orientações da matéria. “Vai ter divulgações ainda e a gente espera bastante público”, completou.

Antes da UFMS, várias universidades já acompanharam a UnB na oferta da disciplina sobre o golpe de 2016, que tirou Dilma Rousseff da presidência e conduziu Michel Temer, como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

Em outras cinco instituições, professores também se manifestaram a favor da criação de cursos que caracterizam o impeachment de Dilma, em 2016, como “golpe”, mas elas ainda não avaliaram as propostas. São elas: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Federal de São João del-Rey (UFSJ).

Com informações do Brasil 247

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