Justiça de NY manda empresário indenizar grafiteiros por desenho apagado e Haddad tira onda

“Calma! Foi em Nova York!”, ironizou o ex-prefeito de São Paulo, em uma clara referência à ação de João Doria de apagar murais de grafite da capital paulista

Por Redação

Há cerca de um ano, nos primeiros meses da gestão de João Doria (PSDB) como prefeito de São Paulo, o tucano criou polêmica ao inaugurar o programa “Cidade Linda” com uma ação para apagar grafites e pichações espalhados pela cidade de São Paulo. Foram pintadas de cinza obras aclamadas pela crítica e que se tornaram pontos turísticos da cidade, como murais de artistas internacionalmente reconhecidos como a dupla OsGemeos.

Nesta quarta-feira (14), uma notícia da Folha de S. Paulo mostrou que em Nova Iorque (EUA) o pensamento sobre a arte de rua já está bem diferente. Um juiz da cidade determinou que Gerald Wolkoff, um dos nomes mais poderosos da indústria imobiliária na maior metrópole americana, terá de pagar US$ 6,7 milhões (mais de R$ 22 milhões) a grafiteiros por ter destruído sem avisar 45 dos grafites que estampavam um galpão em Long Island City, no Queens.

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), um dos que mais incentivou a arte de rua na cidade, não perdeu tempo e aproveitou para tirar onda com a atual gestão. Pelo Twitter, Haddad escreveu: “Justiça manda empresário indenizar grafiteiros por desenho apagado. Calma! Foi em Nova York”. A postagem já beira aos 500 compartilhamentos.

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