19 de fevereiro de 2019, 07h19

Segurança que matou jovem no Extra agrediu ex-mulher e tem mais duas passagens pela polícia

Davi Amâncio responde por lesão corporal culposa e porte ilegal de arma, além de ter sido condenado por agredir a ex-companheira na frente dos filhos

Segurança que matou jovem estrangulado no Extra, Davi Amâncio (Reprodução)
Davi Ricardo Moreira Amâncio, segurança que matou estrangulado um jovem dentro do supermercado Extra na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, responde por lesão corporal culposa e porte ilegal de arma, além de ter sido condenado por agredir a ex-companheira na frente dos filhos. As informações são da TV Globo. Leia também: Segurança que assassinou rapaz em supermercado poderá responder por homicídio doloso O caso envolvendo a lesão corporal culposa ocorreu em 2012, quando o segurança se envolveu num atropelamento com moto. Amâncio não tinha habilitação específica para conduzir o veículo. A outra ocorrência é do ano passado, quando numa...

Davi Ricardo Moreira Amâncio, segurança que matou estrangulado um jovem dentro do supermercado Extra na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, responde por lesão corporal culposa e porte ilegal de arma, além de ter sido condenado por agredir a ex-companheira na frente dos filhos. As informações são da TV Globo.

Leia também: Segurança que assassinou rapaz em supermercado poderá responder por homicídio doloso

O caso envolvendo a lesão corporal culposa ocorreu em 2012, quando o segurança se envolveu num atropelamento com moto. Amâncio não tinha habilitação específica para conduzir o veículo. A outra ocorrência é do ano passado, quando numa blitz o vigilante e outros dois homens foram flagrados com uma arma que não era dele.

A agressão à ex-companheira ocorreu em fevereiro de 2015, quando ele agrediu a mulher com vários socos na frente dos filhos durante uma discussão motivada por ciúmes. Por esse caso, ele foi condenado, em 2017, a três meses de prisão.

Davi Amâncio poderá responder por homicídio doloso, ou seja, quando existe intenção de matar. Segundo a Polícia, ele tinha conhecimento do perigo de matar quando imobilizou Pedro Henrique Gonzaga.

Nesta segunda-feira (18), a polícia disse que vai apurar, também, a responsabilidade dos outros vigilantes que aparecem nas imagens, por omissão de socorro.

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