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07 de janeiro de 2015, 18h55

“Sem prejudicar o emprego, sem arrochar salários”, diz presidente do PT sobre ajuste fiscal

Após se reunir com o ministro das Relações Institucionais Pepe Vargas, Rui Falcão defendeu o ajuste fiscal a ser anunciado pelo governo, mas garantiu a preservação dos direitos trabalhistas

Após se reunir com o ministro das Relações Institucionais Pepe Vargas, Rui Falcão defendeu o ajuste fiscal a ser anunciado pelo governo, mas garantiu a preservação dos direitos trabalhistas Por Redação O presidente nacional do PT, Rui Falcão, defendeu o ajuste fiscal a ser anunciado pelo governo federal, mas ressaltou que os direitos trabalhistas não serão afetados. “Seja qual for o ajuste, ele se fará sem sacrifícios a direitos, sem prejudicar o emprego, sem arrochar salários. Essa é a orientação da presidenta. O ajuste é necessário pelo quadro econômico que vocês (jornalistas) conhecem e pelo impacto da crise econômica no país”, disse...

Após se reunir com o ministro das Relações Institucionais Pepe Vargas, Rui Falcão defendeu o ajuste fiscal a ser anunciado pelo governo, mas garantiu a preservação dos direitos trabalhistas

Por Redação

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, defendeu o ajuste fiscal a ser anunciado pelo governo federal, mas ressaltou que os direitos trabalhistas não serão afetados.

“Seja qual for o ajuste, ele se fará sem sacrifícios a direitos, sem prejudicar o emprego, sem arrochar salários. Essa é a orientação da presidenta. O ajuste é necessário pelo quadro econômico que vocês (jornalistas) conhecem e pelo impacto da crise econômica no país”, disse Rui Falcão.

Rui Falcão também ressaltou que todos os ministros seguem uma linha definida pela presidenta Dilma Rousseff. “Todos os ministros estão vinculados a um programa de governo que foi vitorioso nas urnas e à orientação da presidenta da República. Não houve nenhuma discrepância entre o que ele disse e o que a presidente colocou como matriz da política econômica: manter valorização econômica, geração de emprego e crescimento econômico sem cancelamento de direitos”, disse.

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Foto Agência Brasil

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