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02 de junho de 2016, 12h32

Senadores reavaliam votos sobre impeachment após 20 dias de governo Temer

Com menos de um mês do governo interino, senadores já apontam que podem reavaliar posicionamento em relação ao impeachment; entre eles, Romário (PSB-RJ), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Cristovam Buarque (PPS-DF) Por Redação* Senadores que votaram a favor da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff falaram abertamente sobre mudança de voto e indecisões. […]

Com menos de um mês do governo interino, senadores já apontam que podem reavaliar posicionamento em relação ao impeachment; entre eles, Romário (PSB-RJ), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Cristovam Buarque (PPS-DF)

Por Redação*

Senadores que votaram a favor da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff falaram abertamente sobre mudança de voto e indecisões. O senador Acir Gurgacz (PDT/RO), por exemplo, afirma que reviu sua posição inicial e acredita que outros parlamentares devem fazer o mesmo.

Tudo indica que a decisão final será disputada, podendo ser definida com poucos votos de diferença. O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) assumiu encontrar dificuldade em se convencer de que há crime por parte da presidenta, capaz de ignorar os mais de 50 milhões de votos que a elegeram.

O senador Romário (PSB/RJ) disse, em entrevista para O Globo, que votou pelo impeachment para que se averiguasse se havia ou não crime e novos fatos apresentados – como o áudio vazado de Romero Jucá – devem influenciar seu próximo voto.

Além disso, ele deixou, nesta quarta-feira (1), a comissão especial de impeachment e criticou o governo interino de Michel Temer. A vaga foi assumida pela senadora Lúcia Vânia (PSB-GO). Hélio José (PMDB-DF) também pode mudar seu posicionamento. O senador já deu declarações de que um governo Temer seria pior do que o de Dilma.

*Com informações do jornal Folha de S.Paulo e da Revista Brasileiros
Foto de capa: Lula Marques / Agência PT