20 de abril de 2018, 16h30

Sindicalistas dos Estados Unidos programam protesto contra prisão de Lula em Washington

Maior congregação de sindicatos norte-americanos promoverá ato em frente à embaixada brasileira, na capital dos EUA, na segunda-feira (23)

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula A maior congregação de sindicatos dos EUA, a AFL-CIO (American Federation of Labor – Congress os Industrial Organizations) promoverá na próxima segunda-feira (23), às 12 horas (local), em frente à embaixada brasileira em Washington, uma manifestação contra a prisão política do ex-presidente Lula e em defesa de sua libertação. A convocação para a mobilização lembra que Lula é preso político desde o dia 7 de abril e conclama sindicatos e defensores da democracia para um dia global de protesto pela liberdade do ex-presidente. “Desde pelo menos 2014, Lula tem sido objeto de táticas agressivas e investigações ilegais...

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

A maior congregação de sindicatos dos EUA, a AFL-CIO (American Federation of Labor – Congress os Industrial Organizations) promoverá na próxima segunda-feira (23), às 12 horas (local), em frente à embaixada brasileira em Washington, uma manifestação contra a prisão política do ex-presidente Lula e em defesa de sua libertação. A convocação para a mobilização lembra que Lula é preso político desde o dia 7 de abril e conclama sindicatos e defensores da democracia para um dia global de protesto pela liberdade do ex-presidente.

“Desde pelo menos 2014, Lula tem sido objeto de táticas agressivas e investigações ilegais por parte de um juiz federal. Apesar da Constituição brasileira garantir que todos devem ser mantidos livres até a última apelação nas cortes superiores, o mesmo juiz que liderou as investigações e presidiu o julgamento, ordenou a prisão e detenção de Lula”, afirma o texto da organização sindical.

“A perseguição, a condenação e a detenção de Lula são mais do que uma violação de seus direitos humanos. São uma manobra política desonesta para impedi-lo de concorrer à presidência nas eleições de outubro de 2018. Ele tem liderado todas as pesquisas sobre as próximas eleições e não podemos permitir que ele seja barrado e o Brasil sofra outra negação da democracia”.

Segundo a convocação, “dada a inocência e a falta de provas, Lula se entregou às autoridades de Curitiba. No Brasil e no mundo, sindicalistas de direitos humanos e democracia estão mobilizando apoio para Lula e democracia no Brasil”.