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10 de agosto de 2007, 11h12

Sindicalistas acusam governo gaúcho de desmantelar serviços públicos

Desmonte da educação pública no RS é conseqüência da suposta "modernização da gestão" de Yeda Crusis, afirma Simone Goldschmidt, presidenta do CPERS

Desmonte da educação pública no RS é conseqüência da suposta “modernização da gestão” de Yeda Crusis, afirma Simone Goldschmidt, presidenta do CPERS Por Brunna Rosa O Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS/Sindicato) entregou um documento solicitando providências ao Ministério Público em relação ao desmonte da educação pública no estado. No documento, o sindicato pede investigações sobre omissões e ilegalidades por parte de Yeda Crusius (PSDB), governadora do estado, e a adoção de medidas para reverter situação de sucateamento da educação pública. A denúncia foi apresentada na terça-feira, 7. “Com a desculpa de economia, o Rio...

Desmonte da educação pública no RS é conseqüência da suposta “modernização da gestão” de Yeda Crusis, afirma Simone Goldschmidt, presidenta do CPERS

Por Brunna Rosa

O Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS/Sindicato) entregou um documento solicitando providências ao Ministério Público em relação ao desmonte da educação pública no estado. No documento, o sindicato pede investigações sobre omissões e ilegalidades por parte de Yeda Crusius (PSDB), governadora do estado, e a adoção de medidas para reverter situação de sucateamento da educação pública. A denúncia foi apresentada na terça-feira, 7.

“Com a desculpa de economia, o Rio Grande do Sul tem precarizado a educação e outras áreas essenciais à população”, acusa Simone Goldschmidt, professora e presidenta do CPERS, em entrevista a Fórum.

A elaboração de políticas fiscais devem reduzir a arrecadação em R$ 8 bilhões em 2007, o que exige um contingenciamento de recursos em serviços à população.

Segundo Simone, o documento entregue ao MP, alerta para práticas arcaicas como salas multiseriadas — que agrupam alunos de diferentes níveis de escolarização –, turmas com até 50 alunos, falta de professores e funcionários, fechamento de bibliotecas e laboratórios.

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O sindicato, aguarda a notificação do MP, ao governo do Estado, para que o novo jeito de governar, “fazer mais com menos” comprove que a “modernização da gestão e de racionalização das despesas” está trazendo prejuízos aos serviços oferecidos à população.

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