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04 de dezembro de 2018, 07h20

STF analisa liberdade de Lula em julgamento sobre parcialidade de Sérgio Moro

A defesa alega justamente que, ao aceitar o cargo para integrar a equipe do capitão da reserva, Moro teria mostrado que atuou de forma parcial, impedindo Lula - o favorito nas pesquisas - de disputar as eleições presidenciais.

Lula e Moro em audiência (Arquivo)
A segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisa nesta terça-feira (4) o quinto pedido de liberdade do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva desde que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmou a condenação e determinou sua prisão, no dia 7 de abril. Desta vez, os ministros Edson Fachin (relator), Cármen Lúcia, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski (presidente da turma) vão julgar o recurso que contesta a parcialidade do juiz Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL), na condução do caso. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será...

A segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisa nesta terça-feira (4) o quinto pedido de liberdade do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva desde que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmou a condenação e determinou sua prisão, no dia 7 de abril. Desta vez, os ministros Edson Fachin (relator), Cármen Lúcia, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski (presidente da turma) vão julgar o recurso que contesta a parcialidade do juiz Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL), na condução do caso.

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A defesa alega justamente que, ao aceitar o cargo para integrar a equipe do capitão da reserva, Moro teria mostrado que atuou de forma parcial, impedindo Lula – o favorito nas pesquisas – de disputar as eleições presidenciais. Os advogados querem anular o processo do tríplex, suspender seus efeitos e conseguir a liberdade do ex-presidente.

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Nesta segunda-feira (3), após palestra em Madri, Moro voltou a negar que as artimanhas feitas por ele para prender e inabilitar Lula no processo eleitoral teria ligação com o sim ao convite de Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça. “Ninguém antevia que ele seria eleito. Não tem nada a ver uma coisa com a outra”, afirmou o ex-juiz, que liberou a delação do ex-ministro Palocci a seis dias do primeiro turno da disputa presidencial.

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