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16 de abril de 2019, 07h19

Subprocurador quer investigar suposto favorecimento da Record, de Edir Macedo, em verbas publicitárias de Bolsonaro

Aumento de 63% na verba publicitária favoreceu Record, de Edir Macedo, que recebeu mais que a Globo. “O princípio da impessoalidade requer, sob o enfoque da isonomia, que a administração pública confira tratamento isonômico, sem preferências ou discriminações”, escreveu subprocurador

Bolsonaro e Edir Macedo, o campeão de verbas de publicidade (Foto: Montagem)
Coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta terça-feira (16) da Folha de S.Paulo, informa que o subprocurador-geral do Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas da União, solicitou investigação sobre “possível direcionamento de verbas publicitárias” pelo governo Jair Bolsonaro. Leia também: Com Bolsonaro, gasto com publicidade aumenta e Record, de Edir Macedo, supera Globo O pedido está relacionado à divulgação nesta segunda-feira (15) sobre aumento de 63% dos gastos de Bolsonaro com publicidade no primeiro trimestre – em comparação o mesmo período de 2018. A Rede Record, de Edir Macedo, foi a que mais recebeu dinheiro, passando a...

Coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta terça-feira (16) da Folha de S.Paulo, informa que o subprocurador-geral do Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas da União, solicitou investigação sobre “possível direcionamento de verbas publicitárias” pelo governo Jair Bolsonaro.

Leia também: Com Bolsonaro, gasto com publicidade aumenta e Record, de Edir Macedo, supera Globo

O pedido está relacionado à divulgação nesta segunda-feira (15) sobre aumento de 63% dos gastos de Bolsonaro com publicidade no primeiro trimestre – em comparação o mesmo período de 2018. A Rede Record, de Edir Macedo, foi a que mais recebeu dinheiro, passando a Globo, que perdeu também para o SBT, de Silvio Santos.

“O princípio da impessoalidade requer, sob o enfoque da isonomia, que a administração pública confira tratamento isonômico, sem preferências ou discriminações”, escreveu Rocha. A Secom diz que quitou compromissos assumidos pela gestão anterior.

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