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29 de agosto de 2017, 11h04

Suposta amante de ACM vai à Justiça por espólio

Niluschka Brandão Bloema alega ter vivido uma relação extraconjugal, que se transformou em união estável, com o político baiano por cerca de cinco anos, e pede na Justiça R$ 780 mil.

Niluschka Brandão Bloema alega ter vivido uma relação extraconjugal, que se transformou em união estável, com o político baiano por cerca de cinco anos, e pede na Justiça R$ 780 mil. Da Redação* Um dos principais caciques da política brasileira e representante do coronelismo nordestino pode ter guardado um segredo pessoal, segundo informação da coluna Painel, da Folha de S.Paulo. Niluschka Brandão Bloema alega ter vivido um relacionamento extraconjugal com Antônio Carlos Magalhães, ex-senador e governador da Bahia. Ela foi à Justiça para pedir o reconhecimento de sua união estável post mortem com o político baiano. E solicita o ingresso...

Niluschka Brandão Bloema alega ter vivido uma relação extraconjugal, que se transformou em união estável, com o político baiano por cerca de cinco anos, e pede na Justiça R$ 780 mil.

Da Redação*

Um dos principais caciques da política brasileira e representante do coronelismo nordestino pode ter guardado um segredo pessoal, segundo informação da coluna Painel, da Folha de S.Paulo. Niluschka Brandão Bloema alega ter vivido um relacionamento extraconjugal com Antônio Carlos Magalhães, ex-senador e governador da Bahia. Ela foi à Justiça para pedir o reconhecimento de sua união estável post mortem com o político baiano. E solicita o ingresso no espólio de ACM, morto em 2007. O valor é de R$ 780 mil.

Na ação, que corre em segredo de Justiça, os advogados de Niluschka dizem que ela e “o falecido conviveram em união estável por cerca de cinco anos”. A família Magalhães rejeita veementemente “as alegações, por serem completamente fantasiosas e descabidas”. “O senador ACM era casado de fato e de direito com D. Arlette Magalhães”. A família afirma ainda que a ação de Niluschka “atenta contra a memória” do baiano “dez anos após o seu falecimento”.

Veja também:  Sem se intimidar, Justiça amplia devassa nas contas de Flávio Bolsonaro

*Com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo

Foto: Commons

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