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13 de junho de 2016, 16h33

Supostamente ilhado e sem apoio, Cunha teme ser investigado por Moro se renunciar

Sem o apoio do PMDB e do maior bloco, informal, de aliados do Congresso, o Centrão, Cunha teme que seus processos passem para a primeira instancia, a cargo de Sérgio Moro.

Sem o apoio da base governista e do maior bloco informal de aliados do Congresso, o Centrão, Cunha teme que seus processos passem para a primeira instância, a cargo de Sérgio Moro Por Redação Antigos aliados do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), têm pressionado para que o parlamentar renuncie ao cargo, devido as investigações da Operação Lava Jato, que recaem sobre ele. Após a jornalista Cláudia Cruz se tornar ré na Lava Jato, Cunha assumiu postura ainda mais irredutível e afirma não poder renunciar pois seria promovido um cerco contra sua família. Cunha é acusado de mentir para...

Sem o apoio da base governista e do maior bloco informal de aliados do Congresso, o Centrão, Cunha teme que seus processos passem para a primeira instância, a cargo de Sérgio Moro

Por Redação

Antigos aliados do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), têm pressionado para que o parlamentar renuncie ao cargo, devido as investigações da Operação Lava Jato, que recaem sobre ele.

Após a jornalista Cláudia Cruz se tornar ré na Lava Jato, Cunha assumiu postura ainda mais irredutível e afirma não poder renunciar pois seria promovido um cerco contra sua família.

Cunha é acusado de mentir para a CPI da Petrobrás, em 2015, sobre contas no exterior. Na ocasião, alegou não ter contas fora do país. Cunha foi ligado a contas na Suíça e frota de carros de luxo e, agora é acusado de quebra de decoro parlamentar.

Os aliados de Cunha admitem que será uma votação difícil e que a situação é delicada. O presidente afastado da Casa articula tentativa de mudança da cassação para uma pena menos dura, como suspensão do mandato, bem como busca mudar as regras da votação do relatório, mantendo aberta a possibilidade de pena branda.

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