#a Modo de Usar & Co.

01 de novembro de 2017, 14h52

A clandestina poesia de Facebook, por Tomaz Amorim

“A poesia de Facebook tem algo de pregador de trem: ocupa um espaço inesperado, lotado, e falando em uma linguagem estranha, mas reconhecível, tenta catequizar os cansados usuários, indo e voltando do trabalho”