#Autobiografia

19 de dezembro de 2016, 12h21

A força feminina na simples e apaixonada autobiografia de Rita Lee

Em sua autobiografia os homens não são poupados. Mutantes, Tutti Fruttis, alguns jornalistas que ela comenta de forma cifrada e o escambau, são alvos de cutucadas, bordoadas e comentários nem sempre muito edificantes. O fato de ter triunfado no rock, um meio tão masculino – ela repete várias vezes a frase ouvida repetidamente por colegas de palco que para fazer rock tem que ter colhões – é um orgulho indisfarçável que ela compartilha com os leitores.