#Charles Carmo

09 de agosto de 2018, 21h12

Motivador profissional

O motivador profissional caprichava nas metáforas, criava experiências que nunca teve e citava uma frase de Henry Ford, que era podre de rico, para mostrar aos desempregados do dia seguinte quantas oportunidades existem no fracasso


01 de agosto de 2018, 15h21

O presepeiro compulsório

Charles Carmo, em novo artigo, escreve: “Antigamente, ser presepeiro era facultativo, hoje é obrigatório. Isso começou a mudar com os designers de tênis e os estilistas de roupas de ginástica. Como os detesto”


24 de julho de 2018, 17h55

O homem-onomatopeia

Em mais um texto, Charles Carmo escreve: “Era do tipo que não dividia simpatias, porque nunca as teve. Fazia da mesquinhez um exercício de fé”


17 de julho de 2018, 19h31

Tributo ao palavrão

Charles Carmo escreve: “É necessário xingar para manter a alma sadia, livre de mágoas. Mas não basta dizê-los. É imperativo que se pronuncie a imoralidade de peito aberto”


10 de julho de 2018, 20h56

Para lembrar de não esquecer

Em nova crônica, Charles Carmo escreve sobre inveja e memória: “Eu, que não recordo o nome dos meus professores da infância, que esqueço o nome dos colegas e até de amigos, sou obrigado a suportar o exibicionismo da memória alheia”


03 de julho de 2018, 19h51

As sete virtudes capitais

Charles Carmo escreve: “Maurício chegara à maturidade com a calmaria intacta. Embora fosse jornalista, podia facilmente se passar por diplomata”


26 de junho de 2018, 12h18

As sete virtudes capitais

Leia na coluna #HumanidadeCrônica, de Charles Carmo: "Quem não conhece o próprio corpo é incapaz de conhecer o corpo social"


19 de junho de 2018, 18h13

O vaso sanitário ou a ciência

Em novo artigo, Charles Carmo ressalta que “as mãos não têm vaidade. Com a liberdade que foi negada aos quadrúpedes, pudemos usar as mãos para construir instrumentos, armas e decisivas invenções, como o vaso sanitário”


12 de junho de 2018, 10h46

Pedro Sujo e o Rei do Mundo

Os loucos são senhores da cidade, cabendo aos cidadãos alimentá-los, vesti-los e, na falta de uma família que o faça, zelar para que a loucura não lhes domine o asseio. Disso resulta que, por curioso que seja, a loucura desperta a solidariedade cívica. Porque os loucos pertencem às cidades, não às famílias.


08 de junho de 2018, 14h52

Charles Carmo estreia coluna “Humanidade Crônica” na Fórum

Crônicas serão publicadas todas as terças-feiras; a estreia será no dia 12, com a crônica "Pedro Sujo e o Rei do Mundo"