#cu

29 de janeiro de 2018, 17h26

A vontade indecorosa de mandar alguém tomar naquele lugar

Em artigo, historiador explica a relação da ascensão de Bolsonaro com seu fascínio pelo “cu alheio” . Leia Por Raphael Silva Fagundes* Tudo parecia insípido, morno, quando alguém resolveu ser obsceno. O psicanalista argentino, Ariel C. Arango, entende o palavrão como uma palavra-tabu, obscena, que revela, “verdadeiramente, a vida sexual que não deve ser mostrada […]