#Eliane Oliveira

16 de novembro de 2015, 10h35

Educação pública emancipadora? Sim, é possível

Sim, a educação emancipadora é possível, apesar de muitos dizerem o contrário. Se pararmos para analisar de onde vem essa fala da permanência de um ensino público ruim, iremos perceber que é mais um discurso político para justificar falhas que eles mesmos criaram e que, movidos por interesses privatistas, não têm a menor vontade de consertar.


18 de julho de 2015, 13h46

Agora tem racismo em tudo?

Não é que agora tudo seja racismo, simplesmente porque nunca deixou de ser. Agora apontamos o preconceito e a violência que nos atinge há tempos, não seremos mais silenciadas. Não somos fiscais do politicamente correto, como alguns desavisados gostam de nos enquadrar. Pelo contrario, temos é consciência da nossa historia, das nossas dores, de nossas lutas


12 de maio de 2015, 09h10

A greve e o ódio ao vermelho

O argumento de que a greve tem motivação política é tão raso que só serve mesmo para os analfabetos políticos que não se dão conta de que se não fosse ações de grupos e ou movimentos sociais, não viveríamos numa democracia. É política por ser uma tentativa de participar de espaços de poder cuja representação coletiva não se efetiva e determinados interesses são particularizados


27 de março de 2015, 11h33

Desconstruindo o discurso de Fernando Holiday

Eliane Oliveira e Silvio de Almeida, estudiosos da questão negra no Brasil, confrontam as declarações dadas pelo estudante em vídeos que repercutiram nas redes


01 de fevereiro de 2015, 18h34

Apropriação cultural: a questão da identidade

Inventaram termos e conceitos como sincretismo, mestiços, mulatos etc., embranqueceram as práticas, os rituais. O que não conseguiram adequar a seu bel prazer, transformaram em exótico. Dentro desse contexto, o exótico é consumível e o negro no Brasil continua sendo um produto na prateleira do mercado


30 de janeiro de 2015, 14h05

Ano novo, mas e a mentalidade do povo?

Que povo é esse de mentalidade tacanha, que não reconhece seus privilégios? Que humanidade tão proclamada é essa a que somos comparados e que, na realidade, não se atinge? Por que ainda se legitima práticas violentas contra minorias e marginaliza-se movimentos populares necessários para o fortalecimento democrático? Afinal, que democracia seletiva é essa que esse povo defende?