#Idelber Avelar

26 de outubro de 2013, 16h19

Vladimir Safatle: Indiferença política, diferença cultural

Professor da USP escreve sobre a resenha publicada por Idelber Avelar a respeito do livro A esquerda que não teme dizer seu nome


08 de novembro de 2012, 19h14

A esquerda que não teme dizer seu nome

Por falar claramente em superação da democracia parlamentar pela pulverização dos mecanismos de poder popular, o livro de Safatle já seria uma intervenção mais que bem-vinda no debate político brasileiro


09 de outubro de 2012, 18h37

Resenha de “A esquerda que não teme dizer seu nome”, de Vladimir Safatle

Só por falar claramente em superação da democracia parlamentar pela pulverização dos mecanismos de poder popular, o livro de Safatle já seria uma intervenção mais que bem-vinda no debate político brasileiro


Um dos esportes nacionais: atacar, vilipendiar, desprezar e achincalhar Paulo Coelho (Foto site oficial)
09 de agosto de 2012, 10h56

Paulo Coelho, James Joyce e a defesa dos monumentos como desejo de distinção

Dizer ‘prefiro Joyce a Paulo Coelho’, por exemplo, demonstra total incompreensão de ambos: pilar da obra joyceana é a permeabilidade mas também a irredutibilidade entre cultura popular e cultura erudita


24 de julho de 2012, 16h16

Sobre algumas vitórias recentes da luta afro-brasileira

Os Magnolis e as Maggies estão na lona, e sabem disso. Dentro em pouco, não serão as vozes privilegiadas pelo negacionismo, mas a mídia brasileira já iniciou seu processo de reciclagem do tema


20 de junho de 2012, 16h50

Lançamento de “Figuras da Violência” é nesta quinta, 21/06

Livro de Idelber Avelar reúne oito ensaios sobre as dimensões retórica e política da violência


21 de maio de 2012, 16h50

Uma proposta de exercício e de ética da escuta para quem não é vítima de racismo

Os brancos brasileiros tendemos a acreditar sinceramente, a crer piamente, a estar convictos, de que sabemos o que é o racismo sem jamais termos feito o exercício de escutar suas vítimas


25 de maio de 2011, 10h24

Biblioteca Latino-Americana — Ariel (1900), de José Enrique Rodó

Ariel, do uruguaio José Enrique Rodó, talvez seja o texto mais influente de toda a história do aparato educacional latino-americano. Na primeira metade do século XX, dificilmente se encontrará, na América Hispânica, prática pedagógica na área de ciências humanas intocada, de alguma forma, pelo breve opúsculo de Rodó. Dirigido à “juventude” da América, o título […]


22 de maio de 2011, 07h56

Sobre alguns mitos em torno a Ernesto Sabato

Carta Capital publicou recentemente uma resenha de Rosane Pavam de um lançamento para o qual todos os leitores brasileiros interessados em Jorge Luis Borges devem ficar atentos: Borges: Uma biografia, do inglês Edwin Williamson foi traduzido e lançado pela Companhia das Letras (664 págs., R$ 68). Trata-se, de longe, da mais completa biografia do mestre argentino […]


17 de maio de 2011, 14h04

Biblioteca Latino-Americana – Radiografia do Pampa (1933), de Ezequiel Martínez Estrada

Ezequiel Martínez Estrada (1895-1964), ensaísta, poeta, contista e crítico literário, nasceu na província de Santa Fé e morreu em Bahía Blanca, província de Buenos Aires. Como a esmagadora maioria da intelectualidade de sua geração, foi anti-peronista. Durante os dois primeiros mandatos de Perón (1946-1955), foi privado de seu emprego em La Plata. Depois do golpe […]


09 de maio de 2011, 14h15

Biblioteca Latino-Americana – Sete ensaios de interpretação da realidade peruana (1928), de José Carlos Mariátegui

Sete ensaios de interpretação da realidade peruana (1928), de José Carlos Mariátegui (1894-1930), é o livro peruano mais traduzido e reeditado de todos os tempos e a primeira grande obra do marxismo latino-americano. No contexto das primeiras décadas do século XX, quando chegavam as ideias marxistas com os imigrantes operários europeus e se fundavam os […]


02 de maio de 2011, 10h30

Quando El País teve seu dia de Veja

Mario Vargas Llosa passeia pelo mundo pontificando com aquela certeza típica dos arrogantes. Não titubeia ao apresentar o seu receituário de progresso a sociedades cuja realidade ele sequer se preocupa em estudar. Classifica seres humanos sob duas categorias, os perniciosos “populistas” e os ilustrados liberais, com a facilidade de um cozinheiro que separa o feijão […]