#Inês Etienne Romeu

29 de abril de 2015, 14h07

Inês, um exemplo de dignidade!

Nos anos 1980, cheia de sequelas das torturas, foi aconselhada a procurar um psicanalista. Deram-lhe o telefone de um psiquiatra. Ela ligou... e reconheceu a voz do médico que a examinava enquanto estava encapuzada, na Casa da Morte, mandando parar ou seguir com as torturas. Corajosamente, denunciou o sujeito e conseguiu que o Conselho Regional de Medicina cassasse seu diploma