#Lincoln Secco

23 de março de 2016, 12h42

Lincoln Secco: A batalha ainda não está perdida

Quem vai decidir o futuro do mandato de Dilma é um Congresso que foi eleito com caixa dois e formado por centenas de suspeitos de corrupção Por Lincoln Secco, na Carta Maior A história se acelerou. No momento em que cada um de nós pensa ou discute a crise política, ela já mudou. Agora mesmo […]


21 de agosto de 2015, 08h49

“O alvo sempre foi Lula”

Em entrevista à Fórum, o historiador Lincoln Secco avalia que, embora haja um esforço da oposição para abalar a gestão de Dilma Rousseff, o que interessa de fato é atingir o ex-presidente: "É possível levar o governo Dilma até o fim de 2018 com uma perspectiva da oposição substitui-la, mas permanece sempre o espectro do Lula"


18 de fevereiro de 2014, 21h09

A lei é o crime

No nosso caso, em que o próprio regime político é criminoso e a democracia é racionada, é necessário periodicamente reinventar os crimes políticos


09 de dezembro de 2013, 12h30

O direito à violência

A sofisticação da dominação foi possível porque a “democratização” no Brasil se restringiu ao plano da política eleitoral e dos partidos. Não se estendeu às Forças Armadas, aos meios de comunicação, às polícias militarizadas e aos tribunais


09 de setembro de 2013, 15h25

Lincoln Secco: Onde está José Dirceu?

Se o líder de um partido trabalhista pode ser retirado com tanta facilidade da vida pública há algo de muito errado em nossa “democracia”


09 de agosto de 2013, 12h34

A hegemonia tardia

Uma parte da esquerda coabita o governo com setores tradicionais de direita, mas a direita “moderna” e órfã vicejou onde a esquerda governista deixou-lhe o campo aberto


19 de junho de 2013, 14h53

É hora de defender o Movimento Passe Livre

Continuem na luta. Mas saibam mudar a tática e desarmar o adversário. Ele tem nome: os fascistas que o discurso de direita disfarçado de combate à corrupção despejou nas ruas


10 de junho de 2013, 15h30

Anatomia do Movimento Passe Livre

As recentes manifestações em São Paulo surpreenderam os donos do poder. Como a justiça da causa não podia ser questionada, as armas da crítica voltaram-se contra a crítica das armas