#Litera-Rua

02 de novembro de 2013, 14h48

Sobre zumbis, caixões e seus cemitérios

E as lojas piscam, e, como zumbis, os mortos vão para a luz, e depois voltam com o céu dentro de sacolas, e entram nos seus caixões e rumam para a cova. Lar, doce lar


29 de outubro de 2013, 23h02

Ferréz: Mudar o amanhã

O indulto, a liberdade provisória só dura enquanto o cartão de crédito cantar.


28 de outubro de 2013, 15h25

A caminhada continua

Cheguei cedo, para mim pelo menos, umas 7 da manhã, parei o carro e já bati com força no portão. Ele estava em cima do muro como sempre, os braços apoiados


24 de outubro de 2013, 22h18

Onde estão as flores nos jardins que asfaltamos?

Mexer no texto é um trabalho árduo, bem diferente do criativo, em que a magia da imaginação exerce todo seu encanto, mas uma hora é inevitável começar o trabalho já sem a parte criativa, pois a formação da história passou e agora vem a labuta, o trabalho grosso


06 de setembro de 2013, 13h53

Ferréz: Fui pra rua

Um dia, por um menino apanhando de um policial, uma senhora sem atendimento médico, isso pode gerar uma comoção, ou esse ou outro ato qualquer pode começar uma revolução.


11 de janeiro de 2013, 13h29

Um peso, duas medidas

Buzo me falou, de favela da Leste recitou, tem gente que é tão rica que só tem dinheiro


09 de janeiro de 2013, 18h40

A primeira vez

A saga do primeiro texto de Ferréz para a revista Fórum