#Luana Teofillo

09 de fevereiro de 2016, 12h42

O desabafo da jovem negra que se fantasiou de “paneleira” no Carnaval

“Ela é um pensamento que nos assombra, uma palavra que nos ofende, um movimento que nos oprime por sermos pretos, pobres, moreninhos, empregadas, gordos, necessitados, nordestinos. A graça que vemos na Lolo não está apenas na cor, mas porque, na realidade, longe dos dias de confete e serpentina onde os papéis se invertem, Lolos nos oprimem com seu dinheiro, suas opiniões e sua indignação seletiva. Mas, neste Carnaval, pudemos rir dela e algo mudou”, diz Luanna Teofillo sobre a personagem criada por ela.