#mídia

10 de setembro de 2018, 16h40

Atentado a Bolsonaro foi um tombo para cima?

De uma reunião sigilosa de Bolsonaro com o Grupo Globo no início da semana à euforia dos 1.000 pontos do mercado financeiro ao saber da facada no candidato terminando com uma cobertura emotiva e apelativa no Jornal Nacional com vídeo exclusivo de Bolsonaro falando de Deus, da maldade humana e descrevendo o atacante como um “lobo solitário”, fecha-se o roteiro típico de um filme ou HQ: Bolsonaro foi promovido a “Mito Plano B” do consórcio jurídico-midiático – um final feliz com um tombo para cima?


06 de setembro de 2018, 21h12

Em livro, linguista denuncia manipulação midiática de jornais nas eleições de 2014

No livro, escrito em linguagem informal, a linguista Letícia Sallorenzo analisa 340 manchetes de jornais internas e de capa, publicadas pelos jornais O Globo e Folha de S. Paulo entre 6 e 31/10 de 2014


05 de setembro de 2018, 16h15

Para pensar o Sete de Setembro

Hoje, quase duzentos anos depois da Independência do Brasil, as classes dominantes que ainda possuem o domínio sobre os principais meios de comunicação, ainda buscam forjar uma narrativa dos acontecimentos que legitimam os seus feitos


04 de setembro de 2018, 16h35

Tautismo Global, sincronismos e ironias no incêndio do Museu Nacional

No Manifesto Futurista, Marinetti falava em “destruir museus” para libertar as consciências dos “inúmeros cemitérios”, e nos prepararmos para o futuro. Em visita ao Rio em 1926, Marinetti repetiu tudo isso e viu no Brasil um país futurista porque não teria “nostalgia das suas tradições”... Claro, Marinetti era um iconoclasta. Mas o Brasil é mais realista que o rei. Leva ao pé-da-letra coisas como “austeridade fiscal” (cuja realização máxima foi, até aqui, a “PEC da Morte”) que até o próprio FMI criticou em 2016. O incêndio do Museu Nacional foi um acontecimento irônico e sincrônico, na cidade em que Marinetti via a “realização acidental” do futurismo: resultado do neoliberalismo levado à sério num momento em que o fascismo se aproxima no segundo turno das eleições


02 de setembro de 2018, 17h02

Hildegard Angel: O Brasil que eu não quero

"Em véspera de eleição, momento crucial em que a preocupação geral é a segurança, os telejornais a enfatizam, como agentes provocadores de intimidação dos brasileiros. Uma sociedade manipulada, não só pelos fatos, mas sobretudo pelo noticiário, que potencializa os temores de cada um. É esse o projeto político da grande mídia? Incendiar o país? Plantar a discórdia? A insegurança generalizada?", questiona Hildegard Angel


31 de agosto de 2018, 16h41

A nova bomba do laboratório de feitiçarias semióticas da Globo: “1+1=3”

O leitor deve conhecer ou ter ouvido falar daquela velha cartilha escolar de alfabetização de priscas eras chamada “Caminho Suave”, o be-a-bá do mundo das letras. Pois é nesse nível que interesseiramente se situam as chamadas “ferramentas de fact-checking”. Tática diversionista para desviar a atenção da opinião pública de uma outra cena na qual as notícias de fato funcionam: não no campo da representação (verdade ou mentira), mas no deslizamento metonímico das edições, escaladas, justaposição narrativa para criar percepções, impressões e relações de causa e efeito


28 de agosto de 2018, 15h23

Juliana Gagliardi e Eduardo Barbabela: Um “desfecho rápido” para Lula

Um “desfecho rápido” para Lula Por: Juliana Gagliardi e Eduardo Barbabela no Manchetômetro O dia 15 de agosto de 2018 foi a data limite para o registro das candidaturas à Presidência da República. No dia seguinte, a manchete do jornal O Globo, contudo, destacava outro tema: o pedido de rejeição da candidatura de Luiz Inácio […]


27 de agosto de 2018, 14h20

Em recurso ao TSE, defesa de Lula mostra parcialidade da mídia na cobertura da campanha

A petição junta provas, de fácil comprovação pública, que demonstram que as emissoras têm deliberadamente escondido a campanha de Lula e de seu vice e porta-voz, Fernando Haddad


23 de agosto de 2018, 16h02

Se a Globo fosse uma pessoa, como ela seria?

Como seria a Organização Globo, principalmente após a decisão da Comissão de Direitos Humanos da ONU para que Lula possa exercer seus direitos políticos enquanto estiver na prisão? Entre simplesmente ignorar a notícia e, depois, rebaixá-la a “fake news", se a Globo fosse uma pessoa, estaria com sérios sintomas de esquizofrenia midiática e formações reativas psíquicas que vão de “negação” a “transbordamento”


15 de agosto de 2018, 22h57

Bob Fernandes: “Mídias esconderam das manchetes os milhares em Brasília”

Jornalista chamou atenção para o fato de que a imprensa tradicional tentou esconder o ato de hoje que acompanhou o registro da candidatura de Lula e só dá destaque à notícias negativas contra o ex-presidente e o PT: "Querem que todos sejam reféns de seus ódios e massacre midiático"


06 de agosto de 2018, 22h11

Como engordar um porco para depois servi-lo no jantar

Em novo artigo, Raphael Fagundes explica como a mídia "apoia" Bolsonaro e faz o povo acreditar que não. "Trata-se se de um jogo muito bem estruturado onde a mídia parece combatê-lo quando, na verdade, promove a sua imagem para, então, manipulá-la em seu próprio favor"


30 de julho de 2018, 14h47

Como a mídia apoia Bolsonaro e faz o povo acreditar que não

As grandes corporações empresariais e midiáticas apoiam a política econômica do candidato do PSL, mas o criticam superficialmente. O povo que, por sua vez, não morre de amores pela mídia, acha que Bolsonaro está sendo vítima do poder manipulador da imprensa, mas, na verdade, o povo é quem é a vítima de uma farsa muito bem orquestrada


12 de julho de 2018, 18h53

O canal da Fórum no YouTube voltou

Nesta sexta-feira (13), voltamos com o Fórum Onze e Meia ao vivo também no YouTube


10 de julho de 2018, 17h19

Moro e Neymar: a vaidade é o pecado favorito do Diabo

Em 72 horas os maiores investimentos semiótico-ideológicos da grande mídia foram desconstruídos: Sérgio Moro e Neymar Jr. O primeiro caiu na armadilha do habeas corpus que supostamente iria soltar Lula. E o segundo, na arapuca tautista midiática que fez o jogador acreditar que era intocável, até a viralização do mote “cai-cai” em vídeos pelo mundo eliminá-lo junto com a Seleção. Duas bombas semióticas


09 de julho de 2018, 13h36

Por que o Brasil não podia ser campeão?

No rescaldo da eliminação do Brasil diante da Bélgica na Copa da Rússia está sendo mobilizado uma operação de emergência para salvar o alto investimento semiótico-ideológico feito no futebol pela grande mídia e mercado publicitário: salvar Tite e Neymar e colocar em ação o tradicional sacrifício do bode expiatório – o volante Fernandinho