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22 de agosto de 2016, 09h34

“Se eu voltar para Etiópia, posso ser morto”, diz atleta medalhista na Rio-2016

Feyisa Lilesa ganhou medalha de prata na maratona masculina e, ao passar pela linha de chegada, cruzou os braços na altura da cabeça em manifestação contra o governo de seu país; protestos como esse já levaram cerca de 400 pessoas à morte na Etiópia.