#Rodrigo Perez Oliveira

10 de julho de 2018, 14h31

Crônica de um domingo de crise

Rodrigo Perez Oliveira destaca: “Moro, colocando os pés pelas mãos, mordeu a isca lançada pelas lideranças petistas. Ao assinar documento oficial, em férias, interferindo em um processo que não mais lhe dizia respeito, Moro escancarou o que já era óbvio: Lula não é um preso comum”


04 de julho de 2018, 13h29

Copa do Mundo e festa de caboclos na Bahia

Em novo texto, Rodrigo Perez Oliveira escreve: “Nas ruas do Pelourinho, o casal de Caboclos passava, semeando a esperança no coração de gente tão sofrida. E no bar, ao meu lado, bem pertinho, a cabocla, com sua inteligência política prática, me ensinava a acreditar no improvável”


25 de junho de 2018, 13h39

Ninguém fica indiferente a uma Copa do Mundo

Rodrigo Perez Oliveira avalia que “no mundo novo que se quer construir terá que sobrar algum espaço para comportamentos considerados inadequados”


13 de junho de 2018, 21h32

Ciro Gomes: muita coragem e pouco juízo

Rodrigo Perez Oliveira analisa o horizonte que o cenário eleitoral começa a desenhar para o campo político progressista


07 de junho de 2018, 13h37

A elite brasileira vê no parlamentarismo a possibilidade de uma democracia sem povo

Em novo texto, Rodrigo Perez Oliveira critica o parlamentarismo: “Seria capaz de reivindicar a formalidade democrática e expulsar a vontade popular do jogo político, pra sempre”


30 de Maio de 2018, 13h45

O lugar da greve dos caminhoneiros na crise brasileira contemporânea

Rodrigo Perez Oliveira analisa o cenário atual: “É possível resumir o resultado da greve/lockout dos caminhoneiros em poucas palavras: Estado máximo para os caminhoneiros e para o mercado. Estado mínimo para o resto da nação


07 de Maio de 2018, 12h23

Karl Marx, corrupção e o foro privilegiado

Em novo artigo, Rodrigo Perez Oliveira diz que “a mensagem do golpe neoliberal é clara: o povo não sabe escolher seus representantes, não sabe escolher o modelo ideal para o desenvolvimento nacional”


22 de Abril de 2018, 19h14

A fábrica de narrativas da Rede Globo

A defesa da Rede Globo das reformas neoliberais propostas pelo governo de Michel Temer é um bom termômetro para medirmos a real capacidade da mídia hegemônica em pautar a opinião pública. Muitas vezes, essa capacidade é superestimada.


15 de Abril de 2018, 20h44

“A lei é para todos”

Sem a prerrogativa de foro qualquer juiz de primeira instância teria poder para desestabilizar o mandato que a soberania popular emprestou ao político eleito.


09 de Abril de 2018, 10h54

Diferente de Getúlio, Lula entrou pra história sem precisar sair da vida

Em novo artigo, Rodrigo Perez Oliveira destaca que Lula discursou durante uma hora em rede nacional, se defendeu das acusações. Não foi uma defesa para a justiça, mas sim para o tribunal moral da nação. Não foi um discurso para o presente. Foi um discurso para a história.


09 de Março de 2018, 18h36

A origem do lulismo e o PSOL

Em novo artigo, Rodrigo Perez Oliveira fala da força da candidatura de Boulos apoiada por Lula. “Boulos talvez seja a liderança brasileira que melhor fez trabalho de base nos últimos vinte anos. E Lula é o Lula. Seria uma candidatura forte, muito forte”


23 de Fevereiro de 2018, 12h17

Histórico das verdadeiras intervenções militares no Brasil

É mais importante para o campo progressista brasileiro pensar com cuidado os impactos políticos dessa intervenção federal no Rio de Janeiro do que ficar remoendo antigos traumas


06 de Fevereiro de 2018, 09h57

A corrupção, a crise e o lobo neoliberal

Bastaram menos de 72 horas após a condenação de Lula para aliança entre o judiciário e a mídia hegemônica, até aqui marcada por lealdade recíproca, se dissolver. Moro, Dallagnol, Bretas, até semana passada representados como heróis nas páginas dos principais jornais da imprensa brasileira, se tornaram aproveitadores da coisa pública, se tornaram corruptos.


31 de Janeiro de 2018, 11h51

Como o golpe foi construído a partir da condenação de Zé Dirceu

O paradigma indiciário rendeu bons frutos para a pesquisa histórica, se transformado em um importante programa que costumamos chamar de “micro história”. A questão é: o historiador pode basear suas hipóteses na interpretação criativa dos indícios. Mas o juiz penal não pode


30 de Janeiro de 2018, 13h02

Bolsonarismo, capitalismo tardio e corrupção

Bolsonaro é corrupto porque defende a tortura. Não há corrupção maior do que a tortura: a tortura é a experiência de violência mais covarde que a humanidade já produziu.