#tomaz amorim

06 de fevereiro de 2019, 22h58

Deixando a Esmerilhândia a bordo de um vapor barato…

Na coluna de Tomaz Amorim, Krishnamurti dos Anjos resenha “Vapor barato”, novo romance político-psicanalítico de Wilson-Alves Bezerra


01 de fevereiro de 2019, 20h38

A poesia no pó das montanhas pulverizadas

Na coluna de Tomaz Amorim, Atilio Bergamini mostra, à luz do recente crime ambiental de Brumadinho, a presença das tragédias da mineração na poesia de Carlos Drummond de Andrade e nas reflexões de Davi Kopenawa


24 de janeiro de 2019, 21h53

É preciso quase amar no Méier, como Rafael Zacca

Tomaz Amorim comenta “A estreita artéria das coisas”, livro de poesia de Rafael Zacca publicado no fim de 2018 pela editora Garupa


03 de janeiro de 2019, 15h43

O ridículo do falo em “O pau do Brasil”, de Wilson Alves-Bezerra

Tomaz Amorim analisa em sua coluna o livro de poesia “O pau do Brasil”, de Wilson Alves-Bezerra: “Bezerra, um mestre da citação, recorta, parodia, deforma e remonta. O que aparece é uma imagem triste, confusa e, no entanto, realista do Brasil do noticiário, do Brasil eterno em sua maldade da vez”



30 de novembro de 2018, 20h41

Que tipo de filme é “Shirkers”?

Em sua coluna, Tomaz Amorim reflete sobre o documentário “Shirkers” (2018), dirigido pela singapurense Sandi Tan, produzido pela Netflix e vencedor do prêmio de melhor direção de documentário no Festival Sundance


12 de novembro de 2018, 21h52

Mitologia Marvel

Tomaz Amorim faz uma reflexão crítica sobre as relações entre as mitologias tradicionais e a mitologia moderna do mundo Marvel inventada por Stan Lee. O texto é uma homenagem à morte do criador do Homem-Aranha, Hulk e do Thor com 95 anos de idade


29 de outubro de 2018, 15h39

“A Casa que Jack Construiu”, de Lars von Trier, e o inferno na Terra

Tomaz Amorim: “Esse thriller alegórico, com pitadas de horror, é um passeio acompanhado pelo inferno, ao modo da Divina Comédia de Dante, com a diferença fundamental de que o inferno não é mais metafísico, no além-vida, mas é bastante material, é social, é presente”


11 de outubro de 2018, 22h22

Bolsonaro e o medo branco de passar a ser tratado como negros sempre foram tratados no Brasil

Tomaz Amorim: “Agora vocês estão sentindo o medo que nós sentimos”. “Agora eu estou sentindo o que vocês sempre sentiram”. Precisamos, então, não apenas evitar o risco futuro, mas transformar drama o presente. A questão é de pele, sentir na pele, estar na pele do outro, mesmo que hipoteticamente”


06 de outubro de 2018, 11h20

Bolsonaro 2022

Tomaz Amorim, em novo texto, diz que “uma vitória de Haddad ou de Ciro no segundo turno destas eleições, com seus planos de governos de centro e suas disposições aos velhos acordões, é garantia de vitória de Bolsonaro em 2022"


19 de maio de 2018, 14h34

Hoje qualquer um pode montar uma editora no Brasil. Conversa com Eduardo Lacerda, da Editora Patuá

Tomaz Amorim conversou com Eduardo Lacerda, da Editora Patuá, sobre as dificuldades e possibilidades de editar livros em editoras independentes no Brasil


10 de maio de 2018, 14h23

A perifilia do “Perifobia” de Lilia Guerra

Tomaz Amorim, em novo artigo: “A ideia de periferia é mesmo inseparável de uma 'perifobia', de um medo ou ódio ao que não se reconhece como parte do mesmo centro. O trabalho de Guerra não só denuncia isso, mas instaura uma 'perifilia', um amor ao lugar onde se está, um reconhecimento da existência inevitável e feliz de uma pluralidade infinita de centros”


20 de abril de 2018, 14h07

“Aniquilação”: Netflix e o algoritmo do Dr. Frankenstein

Texto de Tomaz Amorim aborda “Aniquilação”: Último grande filme de ficção científica é analisado como exemplo da tendência da indústria cultural em produzir monstros estéticos no estilo Frankenstein


02 de abril de 2018, 21h40

O Sul do Brasil como “enclave” na poesia de Marcelo Labes

Em novo texto, Tomaz Amorim escreve: “A caravana de Lula pelo Sul foi alvo de atentados violentos. Poucas semanas antes, um livro de poesia retratava a difícil relação do Sul com o resto do país e as possibilidades de deslocamento histórico e simbólico entre eles”.


15 de março de 2018, 23h05

Mulheres também são vilãs na 2ª temporada de “Jessica Jones”

Em novo artigo, Tomaz Amorim escreve: "Mostrar o mal também como potência feminina não é uma recaída no machismo, como poderia parecer. Pelo contrário, é mais uma investida rumo a uma representação mais justa das mulheres como pessoas autônomas, responsáveis por suas ações e motivadas por desejos próprios"